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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Os Portugueses são como os Figos




Os Portugueses são como os figos, têm a sua época!
 São apalpados e alguns devorados, entretidos nos receios dos papões que os faz cair no revolvo sem fundo, mal eles sabendo que já lá estão há tanto tempo, que do tempo já nem memoria têm.
 Os que ficam, agarram-se às cordas lançadas traiçoeiras, pelos marinheiros sem bóias, deixando-os agarrados a essas mesmas cordas, impregnadas com o banho da cobra, que de mão em mão, vão-se deixando desgastar, porque não conseguem transpor o pescoço das águas mortíferas.
 Apodrecem na obscuridade!
Os que se limitam a deixar correr o tempo, com ainda anseios de que esse tempo lhes ofereça os sonhos, que se consomem a qualquer momento.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Eu queria votar num Partido




Eu queria votar num partido que assumisse os erros outrora cometidos, porque acredito que se amadurece com os erros que se cometem e assim sendo não se voltarão a repetir!
Posto isto, o caminho estará aberto para retomar as grandes medidas como sendo o objectivo primordial na melhoria da qualidade de vida de todos os portugueses e na consolidação de um País virado para as grandes questões europeias e ocupar o lugar de direito, desde que descobrimos metade do mundo, desbravando os oceanos que pareciam não ter fim, dando então a possibilidade de se aperceberem que o mundo não tinha limites.
Por isso temos que desafiar uma vez mais os oceanos e descobrir o caminho para a combater o desemprego!
Praga Social sem precedentes. Onde todos os esforços devem ser encaminhados na redução drástica deste drama, para que milhares de famílias não embalem no desespero de tudo terem perdido e deixarem-se dominar pela resignação que termina com a exclusão da Sociedade.
No caminho da harmonia!
Com os professores baluartes no ensino dos nossos filhos. Sejam os comandantes das caravelas lançadas ao vento, para não sufocar a aprendizagem de uma geração que terá forçosamente de subir degrau a degrau e ocupar o seu lugar no elevar Portugal além-fronteiras, dentro das nossas fronteiras. E chamando paulatinamente a geração que teve infelizmente que por em pratica anos de estudo, longe da pátria.
 No caminho da imagem deste País!
Através de mais investimento na Cultura, para que se mostre ao mundo e a quem nos visita, toda a história de um País e toda a capacidade dos portugueses em serem tão ou melhores que os demais.
No caminho da Saúde!
Uma saúde para todos os portugueses, consagrada no pergaminho histórico de Portugal. Para que os meios materiais e logísticos reforcem a prontidão no atendimento. E não nos deixem com mazelas irrecuperáveis a caminho dos hospitais e mesmo dentro deles.
Consagrar como um dever, a todos os cidadãos ter o seu médico de família. Que para além de médico, será o garante do bem-estar do paciente que lhe vai garantir uma melhor qualidade de vida.
No caminho da transparência!
Por uma justiça justa e eficaz, punindo os corruptos cada vez mais visíveis aos olhos de todos os portugueses, com intervenção directa nestes longos anos em governações que nos atiraram para o caos. Escapando impunes, carregados de enormes quantias pertencentes ao povo.
 Assumir erros é, no dia seguinte à vitoria, corrigir o que anos se levou a errar. Se assim não for, Portugal será um deserto onde o pó cobrirá as pegadas da nossa história!

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Desejo Mudar o País




Eu desejo um ano cheio de mudanças.
E as mudanças terão que ser em todos nós!
Chegou a hora de pedir que todos façamos um esforço, para mudar a nossa mentalidade.
Se o conseguirmos e estou certo que todos farão esse esforço. Mudaremos um país!
Mudaremos este país com um mar de uma beleza sem igual!
Que nos oferece praias lindíssimas, numa imensidão de costa, à espera de um povo. Que não sabe mergulhar nas suas águas, a sua sabedoria.
Que nos estende os ramos, das suas magníficas paisagens naturais.
Onde podemos inspirar a força da nossa razão, mas deixamo-nos poluir pelas promessas não cumpridas, de aves de rapina.
Que nos abriga com um clima temperado e com um céu azul quase todo o ano.
Mas gostamos de andar encharcados no lamaçal quotidiano, que os senhores do poder bombeiam diariamente.
Que nos abre as portas da fé, sem nos obrigar a fazer finca-pé. Mas só nos lembramos de rezar, quando a desgraça nos bate á porta.
Que fez de caravelas tão frágeis, acorrentadas em oceanos longínquos. Canetas para escrever, as mais extraordinárias histórias da descoberta de novos mundos.
Fazendo deste país, o primeiro. E neste momento fazemos parte do terceiro mundo. Depois de tanto ouro conquistado, pensando que era mais fácil secar as águas dos rios, do que a imensa caixa forte do metal apetecido.
Da ilusão fez-se o destino e hoje estamos terrivelmente falidos.
Que mais desejamos para furar as rédeas da clausura, imposta pela censura disfarçada. Senão, seguir as peugadas dos nossos antepassados. Ainda tão frescos na memória de uma revolução aromatizada. E a heroicamente façanha dos conquistadores partindo do nada.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Lá como Cá




A Espanha deu caça aos homens, depois de um povo ameaçar ruir as frágeis estruturas políticas de direita, que teimava proteger pessoas conhecidamente corruptas.
Prendeu cabecilhas, braços direitos e ajudantes de campo. Que ditavam leis num país de touradas e castanholas.
Nem escaparam presidentes que aguentavam independências e governantes que faziam crescer o betão e aproximar populações, mesmo tapando o sol vindo de trás dos elevados montes.
De manhã à noite, era uma caça sem precedentes. E as fianças de valor astronómico, mostravam a realidade dos enormes desvios que essas pessoas levaram a cabo.
Uns logo disponibilizaram o dinheiro para não entrarem no xadrez de fazer inveja aos aposentos da enorme maioria do povo espanhol.
Outros nem possibilidades tiveram para oferecerem pipas de massa, livrando-se da desgraçada entrada nas portadas da jaula decorada.
Foram logo para lá enviados tamanha a proporção dos seus crimes sem fim, num país enorme carregado de história.
E claro, outros não esperaram pela demora!
Portugal tão perto viu-se contaminado pela onda da caça e logo Sócrates foi esperado ainda no dorso da ave metálica.
Os espanhóis aproveitaram a benesse e sem espanto, abriam os jornais com a famosa espera, que a justiça portuguesa presenteou o antigo primeiro-ministro.
E transportado à cadeia de Évora, levou a que milhões de espanhóis ficassem a conhecer o berço do Alentejo.
Felizes ficaram quando a justiça portuguesa indeferiu o pedido de habeas corpus e manteve Sócrates agarrado ás barras de ferro, que ainda lhe deixava ver a luz ao fundo do túnel.
Lá como cá a justiça funciona dizem os mais entendidos na matéria.
Outros mais ou menos famosos estão em vias de dialogarem com Sócrates atrás das grades, preparando a fuga com os milhões que desviaram. Porque para países como o nosso e o vizinho, interessa mais a restituição do que está almofadado em países dourados. Do que manter estes homens afunilados em cadeias de elevado custo. Que não é bom agoiro para um povo cada vez mais sobrecarregado de impostos.
Mas a caça ainda vai no adro!




segunda-feira, 29 de setembro de 2014

A Queda de um líder que nunca o chegou a Ser





Finalmente terminou a enxurrada de impropérios entre os dois candidatos a liderar os destinos do PS.
Seguro era o líder legítimo, acabava de obter uma vitoria que não convenceu as ovelhas idosas do PS e logo trataram de se reunir no curral da mudança para afastar Seguro da escassa vitoria.
O patriarca socialista não estando com meias medidas abriu o leque das opções e lançou para cima da mesa António Costa como o garante da liderança socialista e o baluarte de uma maioria.
Como o tempo ameaçava ser escasso para tamanha odisseia. há que pôr toda a carne no assador e lançar Costa pelas estradas do país e convencer os militantes e simpatizantes, do agora ou nunca, em  afastar este governo da lama em que enfiou o país.
Eles (Seguro e Costa), afiaram os dentes e morderam-se mutuamente até aos calcanhares já a evidenciar pele morta de tanto esgrimirem argumentos.
Seguro reuniu o seu rebanho já a evidenciar deserções a cada luta travada.
Costa ganhava apoios enquanto as projeções lhe cantavam vitoria.
Seguro não teve cão de guarda para o rebanho inexperiente que deambulava pela erva já amarelada.
Costa recebeu de bom grado castros laboreiros de experiencia comprovada que sabiam onde a erva fresca despontava.
E na recolha aos currais, era bem visível o porte atlético do rebanho do autarca. Contrastando com a magreza e descrença do, ainda líder socialista.
E como não podia deixar de ser o rebanho do António saiu vencedor sem apelo nem agravo.
Agora que o dia nasceu depois da avaliação e do abrir portas dos currais. Todos são unanimes que os rebanhos devem-se juntar e continuar a subida do monte socialista rumo á maioria como a última batalha a ser vencida
Seguro desistiu da linha da frente onde ainda se podia ouvir o chocalho da sua presença. Remetendo-se a acompanhar o rebanho na retaguarda e cada abocanhar de erva com reduzido apetite, recordava os tempos em que liderava com a certeza que ser primeiro-ministro estava tao perto como o virar da próxima esquina.