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sábado, 16 de março de 2019

Hoje ainda é Sábado


O sol rompeu com toda a força e foi um esfregar de mãos, para os donos das esplanadas, já recheadas de turistas de óculos de sol e decotes de consolar as vistinhas.
A neve transformou-se em lençóis de água, que enchem os trilhos de encontro ao grande rio, numa força que faz brilho!
E caminhar com este sol maravilhoso, é como fazer amor com a mulher amada.
Ela está longe, mas sinto-a bem perto, ao meu lado.
Uma hora pela Natureza, farta de árvores caídas pelo peso da neve e, riachos a transbordar pelos lençóis de água em que a neve se transformou.
Outra hora, sentado na esplanada do italiano, bem no centro da grande cidade. Olhando o rio bem perto e saboreando uma cerveja, com os olhos semicerrados, pelo sol que cegava.
E hoje ainda é sábado!

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Falta-me algo


Falta me sempre algo!
Falta-me o algo com que nasci!
Falta-me o sorriso lá longe.
O olhar tão terno bem longe.
O amor tão puro cada vez mais longe.
Falta-me por aqui,  onde tenho a beleza da Natureza no seu esplendor todo ano. O que deixei demasiado longe!
Falta-me por aqui, onde gosto de trabalhar, não nasci para estar parado. No meio de linguagem confusa e atitudes infantis, de homens adultos.
O que deixei a cada dia que passa, terrivelmente muito longe.
Falta-me ao fim de semana, onde a janela por cima do meu leito e a porta da eterna varanda. Me obriga a olhar para lá das brancas montanhas. O consolo que só se encontra, ultrapassando meia dúzia de fronteiras.
Falta-me sempre algo!
Ainda bem senão sería infeliz!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

O céu não é Infinito



Vivi momentos, que só por momentos, a vida nos oferece numa oportunidade!
Entreguei-me sequioso ao desafio de uma noite, que sempre penso, como sendo a última e nesse pensamento. Percorro as entranhas de um ser como a certeza, de ter alcançado, o que nasceu comigo e que como tão evidente que era. Me era sistematicamente negado.
De uma noite, contei outras mais.
Todas enfeitadas com lamparinas em redor do nosso espaço.
Os nossos corpos embrulhavam-se de tal forma, que as paredes brancas esculpiram a nossa sombra, de uma beleza de autêntica realeza.
Do sonho à realidade, saltei de uma noite, para noites que galgaram os dias.
E enquanto as lamparinas não extinguissem a luz, que projetavam as nossas sombras para sempre nas paredes do teu ninho.
Dávamos voz aos nossos corpos, para se transformarem num novelo  esfrangalhado, tal a ânsia em serem amados.
Quando a luz do dia, abriu-nos os olhos pesados de amor. Demo-nos conta de que já muito céu nos afastava.
Mas como o céu não é infinito. Prometemos um ao outro, que o atravessavamos de uma ponta a outra.

sábado, 19 de janeiro de 2019

Desapareceram os buracos



Por vezes o vazio que nos rodeia, num ambiente desconhecido. Ergue-nos do marasmo que vivemos durante anos comandados pela grandeza, de quem nos considerava uma fraqueza.
E de fraco que nos apelidam, partimos sem rumo. Pensando (ainda pensamos), que aconteça o que acontecer, é só mais um buraco para nos escondermos.
De buraco em buraco, cavamos a própria sepultura que nos esconderá para sempre,
pondo fim a um inferno que nos perseguia. Juntando-se ao ar que respiravamos e como tal, uma perseguição infinita.
Por incrível que pareça, o tempo vai passando e o nosso caminho, aparece já sem buracos.
A força interior que surge bem do fundo das nossas entranhas e, que nunca imaginamos pudesse existir. Vai-se soltando e a pouco e pouco, tapa os buracos que a nossa consciência abriu para nos sepultar.
Sentimos que sorrimos às coisas simples.
Sentimos que a cada passo dado, num caminho alisado pela inteligência que não julgávamos possuir. Leva-nos a momentos que a medo (ainda), avaliamos de felicidade!
Com o decorrer dos dias, já salpicados de euforias desmedidas e sensações amplamente positivas. Surge a certeza, de já termos a certeza, do que desejamos!
Já pensamos com clareza.
Já trabalhos com optimismo.
Já amamos sem secretismo.
E nada mais resta do que, oferecer tudo o que o nosso coração bombeia.
E nem fazemos ideia, da quantidade de emoções que navegam no nosso sangue.
Pelo meio, oferecemos num gesto tão simples, as duas mãos.
Uma para passearmos 
Outra para nos acarinhar.
E as duas juntas, abraçam-nos em qualquer lugar.
Assim o amor voltou a reinar!

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Os sonhos Voltam


Acordo deixando que os sonhos se vão.
Não adianta esticar os braços, porque já não os apanho.
Ao menos estico-os, para me espreguiçar e preparar-me para mais um dia.
O frio já enregela os ossos, estão menos quatro graus,
Sento o rabo no banco da carrinha e enregelo o corpo todo.
E o Inverno ainda não bateu à porta!
A viagem é curta, não dá para aquecer o espaço.
Corro para os vestiários e sento-me no aquecedor.
Uns minutos de alívio e já estou aquecidinho. Já sinto o que é meu!
Em duas corridas estou no estrado do trabalho.
Está quentinho, que maravilha!
Por momentos os sonhos voltam. Porque os sonhos comandam a vida.
Não os posso perder, tenho que os guardar no meu coração!
Aí,  esperam que volte ao meu ninho.
E no conforto da palha macia, eles libertam-se e envolvem-me num sorriso genuíno. Que só o adiantar das horas escuras, nos fazem adormecer como meninos.


sexta-feira, 9 de novembro de 2018

E de Novo


Os dias movem-se no ritmo que a vida me conduz.
Saciado dos momentos recentes, entre o céu e o cume da terra. Caminho solto de perturbações e conduzo as minhas horas, entre a obrigação e a vontade, em realizar o plano que me é destinado.
Sobra-me tempo para orações sorridentes, enviadas pelas montanhas infinitas, que as oferecem a quem aguarda, num socalco que aparece do nada e que serve de espera, para a felicidade.
E de novo fim de semana!
E de novo as caminhadas.
E de novo o sorriso estampado no céu azulado. Que teima em não deixar o cinzento nublado, tapar os raios solares idolatrados.
Desta vez solto as castanhas, nas brasas da madeira escancarada.
Lanço um punhado de sal e ouço os estalos no avermelhado do lume, que arregaça a carcaça do fruto. Mostrando as entranhas prontas a degustar, no prazer do São Martinho.
Venha o vinho que não novo, mas sabe pela vida, neste caudal de verde e castanho. Que me ilumina o final do dia.

sábado, 20 de outubro de 2018

É dentro desse tempo Estipulado


O fim de semana é tão aguardado, como o dia de regressar, por uns dias maravilhosos.
Sorrio para o teto branco, enquanto relaxo este corpo martirizado.
São semanas estafantes e ao mesmo tempo gratificantes.
Semanas de exigência máxima e concentração rápida. Para que o trabalho ganhe a forma, como é exigido pelo cliente.
O tempo é infelizmente dinheiro!
É dentro desse tempo estipulado, que o lucro é repartido pelo empregador e empregado.
É dentro desse tempo estipulado, que o stress assume contornos inimagináveis, quando por momentos, sinto o controle das inúmeras tarefas, fugir-me das próprias mãos.
É dentro desse tempo estipulado, que por momentos rejubilo com o trabalho de um dia. Mas logo, entro em transe, porque de novo volto a ter que executar, o que no dia seguinte terá que sair perfeito!
É dentro desse tempo estipulado, que o que me resta do meu tempo. É baloiçado em noites claras. Ou melhor, fartas de sombras, que espelham a incerteza do 'será que me esqueci de algo? "
É dentro desse tempo estipulado, que felizmente surge os fins de semana tão aguardados.



sábado, 22 de setembro de 2018

Uma Semana


Uma semana de intensidade.
De responsabilidade.
De capacidade!
Uma semana que encurtou o tempo da saudade.
Da ansiedade.
Da vontade!
Uma semana que deixou bem vincado a camaradagem.
A amizade.
A realidade!
Uma semana que me ofereceu a beleza da Natureza.
O brilho do sol
O ar puro da montanha!
Uma semana de oferendas amorosas.
De desejos maravilhosos.
De momentos recentes que me consolam!
Uma semana de bacalhau vindo da terra.
Do nascimento da filha de quem foi à terra.
Da partida do Madeira e da lembrança do barriga d'erva!

sábado, 15 de setembro de 2018

Pelo negro da Montanha


Noite ainda de Verão!
Fresca e encantada.
Com os seus segredos noturnos, embrenhados no vasto arvoredo, estendendo-se pelas infinitas montanhas e só deixando uma nesga, por onde o rio barrento, corre como o tempo.
Mas tão negra, pelo negro montanhoso.
Que amedronta quem tentar penetrar onde deambula os fantasmas ancestrais, que em longas gerações, surgem para reivindicar o seu lugar.
Procuro a luz, ainda longe da cidade.
Para me guiar até lá e ressuscitar a vontade de me divertir um bom bocado.
Reencontro velhos conhecidos de idiomas dificilmente traduzidos, já que a língua não se solta, enrola. Pelo álcool que assola.
A música solta-se como o burburinho das pessoas e envolve-me a nostalgia, de ainda recente viver, tudo tão presente.
Só aí, sinto o dia, que me proporcionou a tarde.
Repleta de saudade e de recordações.
Soltei sorrisos felizes por sentir momentos divinos.
Mesmo longe, estou tão perto do paraíso!

sábado, 23 de junho de 2018

Os sonhos regados e o coração Refrescado


Mandei uma mensagem, pelo pombo correio da vizinha. Bem resguardada e amarrada. Dizendo, que não desejo morrer sem te conhecer!
O morrer é da ansiedade!
Que transforma os minutos em horas e as horas, em infinitos dias.
Já findo os dias, numa cadeira de praia a olhar o infinito.
E mandei a mensagem com uma escrita desenhada. Onde sobressaía, no início de cada frase, a letra em maiúscula, digna de estandarte.
A mensagem descrevia tão simples e tão emotiva, a única vez que trocamos palavras, onde descrevemos a nossa tarde. Tão longe e tão perto que sentíamos o nosso olhar, preso na desejosa descoberta.
Jardim piscina. Lanche piscina. Bebida exótica e um balde de pipocas.
Tremoços, amendoins. Por entre frases minhas que elevou a adrenalina, num dia de autêntica canícula.
A conversa deu para a risota, num ambiente de bola cá, bola lá. E só um mergulho num fôlego sem fim, acalmou a febre de eu estar longe.
Pelo meio, soube-se os gostos de cada um.
E a dúvida era só na cor do vinho. Porque camarões da costa, é ver quem os encosta à mesa.
Por fim um voltou ao jantar de fim de semana
E ela ficou a terminar de cortar a relva.
Jurou-se, se existir empatia, lutaremos pelo nosso destino.
O banho do final do dia, que nos levará para a noite de cada um. Mantém os sonhos regados e o coração refrescado!


sábado, 19 de maio de 2018

Ficarei eternamente Grata


Sonhei que caminhavamos pela areia macia!
Eu ia à frente, para que o teu pé entrasse na minha pegada.
Caminhamos largos minutos, olhava para trás e sentia o teu sorriso. Enquanto ficavas especada, a dois passos de mim.
Mandavas-me continuar, para que o mar não destruísse o meu caminho.
E eu comecei a encurtar a distância, para sentir-te perto de mim.
Nisto, o silêncio imperou e até o mar amainou. Olhei para trás e contei vinte e duas pegadas intactas.
Estavas parada, olhando a distância que nos separava.
Avanças-te um passo e eu, fiz o mesmo!
Cada passo, calcando o molde deixado e dedo com dedo, sem molestar o passo dado!
Tu, facilmente entravas na minha pegada, já que tinhas pés de Cinderela.
Ficamos por fim tão juntos, que sentia o teu cabelo enxugando o suor da minha face.
Abracei-te ainda dentro do meu passo e tu envolveste-me, com o teu sorriso tão iluminado, que ofuscou o brilho do sol, estampado no mar pasmado.
Beijamo-nos pela força do nosso desejo e por minutos, deixamos que o mar soltasse a onda, que nos encharcou a ganga.
Conquista-me!
Se o fizeres, ficarei eternamente grata.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

As minhas Noites



Adoro as minhas noites!
Noites, com um início ajardinado e um grelhado salpicado de essências naturais.
Regado com molhos tradicionais e aliviado com uns copos de maduro português, que ainda descubro pelas prateleiras das grandes superfícies, que invadem dois países fronteiriços.
Noites tão simples, que elevam a beleza do meu bem-estar.
Mais tarde saio com amigos, vamos ao bar jogar setas e descobrir as setas que se sentam ao balcão, cuscando os recém chegados, na esperança de dois dedos de conversa.
Ganho às setas e festejo com algum entusiasmo.
O ambiente é acolhedor e familiar. As horas passam, mas a noite ainda reserva maravilhas. Por isso despeço-me de alguns e corro para encontrar algo que me encha as medidas.
Entro na barafunda da música!
Os jovens divertem-se e os menos jovens, aguardam sentados que algo surja na noite que promete.
O meu romantismo vem ao de cima, quando os meus olhos encontram mais adrenalina.
Obrigou-me a tentar conquistar e até a exibir-me levemente.
Primeiro discreto. Depois um pouco direto.
Por fim tao perto, que me alegrou maravilhosamente!
Só isso desejei. Só isso consegui!
Ficamos a dois metros na pista.
Aproximei-me, ela percebeu.
Mais um pouco, ela entendeu.
Ficamos a um metro um do outro.
Ficou meia de lado, para não me enfrentar. Eu insisti!
Então ficamos frente a frente. Tão perto, que descobri um sinal minúsculo, que possuía no rosto e o seu olhar deixou-me petrificado.
Nisto vi-me rodeado de loucos de copos vazios, que obrigaram-nos a separar.
Fiquei furioso e de um salto estava no palanque a dançar como um louco.
Apeteceu-me voar para cima daquele molho de humanos meio despidos.
Voltei para a mesa e ela estava bem perto. Ofereceu-me um sorriso, que ainda hoje, o devo ter estampado no olhar.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Serei sempre o Padrinho





Hoje lembrei-me do meu afilhado!
Estava a meio do dia do meu trabalho e ao sair do enorme edifício onde esfolo o corpo, mas com um sorriso no rosto. Sentei-me no banco de madeira que rodeia o bar, curtindo o sol maravilhoso na pausa da bucha. Depois de trinchar duas sandes de presunto.
O sol, não derretia a neve da véspera. Caiu forte como uma tempestade e obrigou-me a enterrar as botas até aos joelhos e se não fosse o local onde trabalho abrigado, nem de casa saia.
Faz anos o petiz!
A última vez que o vi, tinha barba de homem rijo, mas não passa de um menino!
Prometo-lhe que nos vamos encontrar, mas fica sempre nas promessas e nem vejo o miúdo crescer e tornar-se um rapagão de barba feita.
Meto o capuz na cabeça para sossegar o calor do sol, não vá fazer mal a esta cabeça farta de divagações.
E volto a pensar no afilhado!
Será que sou um padrinho desejado? Ou simplesmente o escolhido, numa altura que era mesmo o indicado?
Deixemos isso para trás das costas e uma certeza é absoluta!
Ele sabe onde me encontrar. Eu sempre saberei, guardar-lhe um lugar!
O tempo voou, a hora chegou!
Despedi-me do sol e do dia belo e magnífico, para voltar ao meu ofício.
Mas levei o puto já crescido, no meu pensamento.
Parabéns Hugo!

domingo, 23 de julho de 2017

A Cumplicidade faz nascer a nossa História



Os amigos nascem com os nossos desejos!
Por isso, o desejo de nos mantermos unidos. Será com o passar dos dias, infinito!
E ao mantermo-nos unidos, surge a cumplicidade das nossas privacidades e partilhamos coisas muito pessoais. Embora, o meu conceito de cumplicidade, seja diferente do dela no momento!
Cada um, adopta a sua cumplicidade, ao seu modo de vida.
Sendo uma amiga, de partilhar cumplicidade ainda hoje difícil de traduzir em gostar, ou amar.
Como a dois, podemos definir o que é a cumplicidade afinal?
- É amor!
Comecei por dizer, já com longos dias a batalhar para chegar a essa conclusão!
- É amor, ou é paixão?
 Diz-me ela do alto da sua maturidade!
Perante o meu silêncio de segundos, mas que pelo momento se transforma em vários minutos. Atinge-me num suspiro.
- Em que ficamos?
Respondo já excitado pela adrenalina postada.
- Penso que estão associadas. No sentido do que o teu coração palpitar.
Ainda não tinha recuperado, de recuperar, os níveis respiratórios para o normal, já ela me confrontava.
- Diz-me: Se a cumplicidade está associada ao amor e á paixão. E nunca mostrei a intimidade desta forma a ninguém. O que sinto afinal por ti?
- Porra, para a mulher!
Tão difícil mas tão desejada.
- A cumplicidade faz nascer a nossa história!
Rematei no último suspiro, já seco de adjectivos.
-Então que se inicie a história!
Terminou ela num momento, que ficará na nossa memória.

sábado, 22 de julho de 2017

A beleza do ciúme está na Atitude





A dada altura perguntaram-me, sabendo da longa ausência: se estava com ciúmes de estar fora, sem presenciar o que se passa dentro de um país a abarrotar de possíveis fragilidades emocionais.
Respondi, com o pensamento que transporto, na já curta distância que me separa do regresso a casa.
- A beleza do ciúme está na atitude!
 Porque aparece na ansiedade do desejo.
No primeiro olhar que se deslumbra ao aterrar de quem nos espera. E, com que vontade nos deseja.
Se assim não for, a adrenalina do momento depois de tanto tempo, perder-se-á, para o resto dos dias que por aí pernoitar.
 Eu vivo o momento que anseio!
Se isso não suceder, não quererei estar contigo!
Porque no dia seguinte, ou no dia a seguir ao seguinte. Perderá a beleza do momento que descrevi.
Serão praticamente cinco meses fartos de emoções iniciadas bem longe, que nos deixou bem pertinho das nossas palpitações.
E em alguns deles, partilhamos uma intimidade, que nem mil palavras descrevem a imagem projectada.
Cinco meses onde se armazenou uma ansiedade de descobrir, até que ponto
mexeu connosco. A expectativa de te ver, logo ao pisar solo português.
Não há mais desculpas!
Se como dizes, “ apenas quero seguir o meu rumo sem compromissos”.
Os dias seguintes serão, rumando cada um para, o seu destino!
Acredito que não!
Sou um convencido, pela natureza da minha pureza.