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domingo, 11 de fevereiro de 2018

Só de mim Próprio




Terminei um passeio, já que o frio me devolveu a casa.
Tudo por aqui é tão belo, que mesmo com frio, sinto-me confortável.
Durante o reduzido passeio, pensei na noite que horas antes terminava ainda toda a gente se divertia, pelos bares alegres da cidade.
Reuni alguém que me acompanha nesta caminhada e vivemos juntos o aniversário do filhote longe, mas senti-o tão perto de nós, que juntos lhe oferecemos o calor que a nossa amizade solta.
O jantar foi delicioso, o adorável marisco e as maravilhosas ofertas, já fazem de nós clientes amistosos. Nesta gente que luta como só nós o sentimos, por uma vida que nos dignifique.
O resto da noite, foi recheada de bebidas e brindes ao puto. Mesmo com os gerentes. Que fizeram questão de oferecer parte do que emborcamos.
Sinto-me tão bem, que por vezes penso, que não necessito de ninguém. Só de mim próprio.

domingo, 3 de dezembro de 2017

Encontrei-me com Deus




Domingo tão frio e silencioso
Aventuro-me a dar um passo, caminhando pela neve já dura
O frio é terrível e em dois passos, já sinto o corpo todo arrepiado
Dirijo-me à capela num ritual solitário.
Abro a porta com o fecho de ferro mas não a fogo, dado que ao tocar-lhe a minha mão fica enregelada.
Entro naquele espaço, decorado com um altar lindíssimo, onde predomina Cristo.
Tem quatro bancos antes do gradeamento que divide a zona do altar.
Outros tantos, depois de se abrir a porta tipo rede em ferro, onde podemos estar tão perto do altar, que sentimos a fé, tocar-nos a alma.
Sinto-me bem!
 Por isso, pouco desejo para mim!
 Peço em três orações simples e diretas. Que o mundo se torne mais humano e que os meus meninos, sigam o caminho que Deus lhes indica a cada minuto.
Acendo uma vela para me iluminar o caminho e coloco a moeda na ranhura da caixinha em ferro.
Por fim abandono a capela e simplesmente sinto, que já não está tanto frio.
Fui aquecido pela graça divina.
Volto para o meu lar, ainda a manhã desperta a natureza enregelada na terra dura e nas montanhas pintadas de branco.
Encontrei-me com Deus, agradecendo-lhe com a luz da vida!

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Tão longe e tão Sentido





Dia de lágrima exposta e recolhimento
Olhamos os retratos e vivemos recordações, que nos afloram a mente
Desejava ter-te junto a mim, para segredar-te os meus recentes momentos
Deus levou-te para o céu e de lá, és o anjo, que proteges o meu tempo!

domingo, 29 de outubro de 2017

Tenho que aprender Mais do pouco que Sei





A noite rapidamente me alerta para a madrugada
As horas avançavam, com o calor da boa disposição estampada.
Traduziam-se as palavras por entre risadas audíveis, dado que construir frases numa língua dificílima, origina risos sonoros e fico sempre pensando, na minha indesculpável preguiça, para aprender mais do pouco que sei!
Faço beicinho da minha ignorância. Mas acabamos sempre, por estampar a alegria, superando o embaraço.
O dia nasce e eu acordado.
As horas voam no espaço que me envolvo.
O cansaço, assume a liderança e por vezes o excesso, toma conta das minhas ações. E entrego-me a momentos, que horas depois são fragmentos.
Fragmentos, que podem levar a que uma amizade se cimente e que emoções se podem tornar realidade.
Por isso o tempo que possuo, comanda a emotividade do futuro.
Deixo-me cair na cama, saciado de alegria e renovado vocabulário.
O ruído dos vizinhos, despertam-me a claridade do dia.
Num quarto a deixar entrar a luz e nem enrolar-me nos agasalhos, esconde a escuridão que necessito, para descansar os olhos de tanto perscrutar a emotividade.
Uma hora extra, só deu para olhar a janela e desfrutar da amabilidade de uma paisagem, que apaixona quem a desfruta.

domingo, 22 de outubro de 2017

Como machos que nos Apelidamos





Iniciei a noite a deliciar uma mariscada
Já fazia tempo que a desejava
Era só escolher o marisco, sem mãos a medir
E o asiático mais magro que eu de lado, pousava-me o prato

Bem farto e a arrotar, bafos de molho apimentado
Dei um pulo, à discoteca do costume
Que loucura, eramos só dois e o resto rabos de saia
Afundei-me na pista, sentindo cabelos loiros, coçando-me as entranhas

Como machos que nos apelidamos
Homens de barba rija, surgiram de todos os cantos
Encheu-se a média pista, de pares ofegantes
Deu-se início ao bailado, que durou até, às tantas

Nisto apareceu alguém, que já me enlacei
Por instantes, fizemos de conta que não nos conhecíamos
Farto de jovens, a roçar-me, com idade da minha filha
Dei dois saltos e, fui buscar a Austriaca, numa noite de alegria