domingo, 7 de dezembro de 2008

Sócrates e o Indesejável


O grande problema é infelizmente os dois grandes partidos serem os responsáveis pela nossa governação!
Quando um é derrotado, o outro vinca a sua defesa nos erros cometidos por quem governava. E vice-versa.
E perante este jogo do empurra nenhum dos dois consegue resolver os erros de quem saiu derrotado (porque cometeu os tais erros) e enquanto governa não consegue evitar cometer novos erros (perante a oposição que era governo anteriormente).
Isto é, prática comum nestes já longos anos de governação dos dois maiores partidos do país. Que nós definimos como fazendo parte do sistema que infelizmente se instalou e para mal dos nossos pecados vai ganhar raízes, por muitos mais anos.
É neste contexto que surgem as "ovelhas negras" (consideradas pelos responsáveis partidários entre dentes, para não criarem ondulações mais alterosas), para lutar contra o sistema instalado dentro desses partidos, tentando dar um murro na mesa, para alertar a opinião pública e para ganhar protagonismo na esperança, quem sabe de conseguir apoios para liderar uma possível candidatura, dentro do seu partido ou mesmo fora dele.
Tivemos o Luís Filipe Meneses e foi o que toda a gente assistiu!
A sua incapacidade de gerir os ataques teleguiados de fora para dentro do PSD, por gente histórica do partido. Que utilizando os “paus mandados”, sempre prontos para apanharem um lugar, que lhes eleve o nome na política de trazer por casa que diariamente nos entra pelos olhos dentro. Obtiveram a recompensa já que conseguiram levar Meneses a renunciar e mais frustrante fazerem de Meneses “gato-sapato” como o nosso povo gosta de pronunciar.
E mais recentemente temos, o indesejável para o PS, Manuel Alegre!
Histórico Socialista, lutador contra a ditadura, poeta reconhecido e Candidato à Presidência. Com um resultado que poucos acreditavam, mas muitos no final deram graças e alguns mais, lamentaram-se do seu voto ser inútil em Mário Soares, porque dariam a possibilidade de Alegre estar presente numa segunda volta e quem sabe……………………!
Só que, Manuel Alegre não é Luís Filipe Meneses!
Alegre é um touro enraivecido da nossa vida política! É pau para toda a obra! Faz a festa, lança os foguetes e corre a apanhar as canas, no meio de dezenas de foguetes (atenção aos paus mandados, á os, em todos os partidos), prontos a caírem-lhe em cima na curva descendente depois de cumprirem a missão para que foram destinados.
Manuel alegre pode até nem vir a ocupar nenhum lugar de destaque! Porque neste momento o objectivo dele é alertar para a mudança de rumo do seu PS, nos ideais que consagram o Socialismo.
Pode até nada trazer de novo para a mudança de política enraizada neste país. Já que pelas opiniões dos entendidos na matéria, alegre é uma pessoa ultrapassada.
Mas poderá continuar a arrastar apoios, como já aconteceu!
E se os portugueses (são milhares) lhe derem apoio, lhe derem a força em lutar pelos seus princípios, que de certa forma são os desses milhares. Alegre pode derrubar as barreiras que o estão silenciosamente a barrar os movimentos, de uma forma que ele pode ainda não se ter apercebido (espero que sim). E encher o peito, pronto a ir à luta e aproveitar-se do momento periclitante da governação PS. Ou seja:
O clima de instabilidade na Educação! Onde se prenunciou abertamente contra a atitude da ministra, que valha a verdade só conquistou a impopularidade ganhando o galardão de todos saberem o seu nome “a Lurdinhas”, honra que nenhum ministro deste país que por cá apareceu se pode gabar!
A já famosa crise dos bancos privados, que originou o que nenhum Ministério Publico se dignou a investigar e nem nunca o faria. A descoberta dos corruptos (até agora, era só especulações entre dentes, não vá o diabo tece-las, mas certezas com prisões), onde o governo está pronto a injectar o dinheiro que é de todos nós, mas que não existia para os mais carenciados. E milagrosamente (como se de petróleo se tratasse num jazigo descoberto nas nossa costas), reluziu para assegurar a liquidez desses bancos e a certeza dos prevaricadores assegurarem o que parecia impossível de concretizar: o seu dinheirinho investido no submundo das grutas de Monte Cristo.
O desemprego, drama social de contornos dramáticos, principalmente terminando o subsídio de desemprego, levando milhares de pessoas a viverem de caridade e rezas, para que deus faça o milagre de atenuar o sofrimento dos que pouco tiveram e hoje nada possuem. Mas que o PS, poucas alternativas lançou para criar empregos e melhorar a economia.
E como dizia, se alegre for à luta e aproveitar-se do momento periclitante da governação PS. Pode tirar daí, imensos dividendos e quem sabe funcionar como uma espécie de oposição de tirar o sono a Sócrates (porque a oposição PSD e companhia é inércia e pontual, sem efeitos práticos). Trazendo graves inconvenientes para a continuidade da Maioria Socialista no poder.
Claro que Sócrates não vai deixar Alegre, chegar ao esticar da corda!
Já lhe chegou o dissabor das Presidenciais. Existe sempre compromissos de cavalheiros na política para atenuar divergências. Porque Alegre poderá ser um bom Presidente da Republica num futuro não muito distante.
Uma certeza é clara! Sempre houve ovelhas tresmalhadas num rebanho! Alegre é uma delas! No momento que atravessamos, onde a politica é gerida sobre os acordos dos tratados (o ultimo em Lisboa), não haverá espaço para Alegre distanciar-se muito do rebanho, existe sempre o lobo perto para abocanhar quem descole.
E mudando de governo como é apanágio em Portugal, mais cedo ou mais tarde, para o partido que se segue o PSD, alegre voltará ao seu lugar. Esperando uma nova oportunidade para voltar a teimosamente deitar os corninhos de fora, porque pessoas como Alegre, não se acomodam aos simples cargos que ocupam na vida política portuguesa.

A Neve Que Cortou a Estrada












Neve que me fez parar duas horas!
Foi a cortina branca da euforia
Originando recordações de magia

Neve que me fez parar duas horas!
De tão fina bloqueou o meu destino
Num misto de alegria e desatino

Neve que me fez parar duas horas!
Cobrindo a estrada de um manto branco
Desenhando figuras num cenário de espanto!

Neve que me fez parar duas horas!
Fez-me sorrir e barafustar a cada lançamento
Senti-me criança estatelado no branco cristalino
Que parti, sem deixar rasto, apagado por ti!

sábado, 6 de dezembro de 2008

Escrever Refresca o Espirito




Gosto muito de escrever! Adoro passar para o papel, (agora o computador) fazes importantes da minha vida. Possuo autênticos diários, que registam momentos que marcaram a minha vida.
Acontecia que, via-me a tomar café e a pegar num guardanapo e escrever sentimentos que nesse momento me ocorriam (ainda guardo guardanapos com frases que nessa altura elucidavam o meu estado de espírito).
Escrevi muitos artigos divertidos e simples, durante cinco anos e meio, para o jornal da empresa onde trabalho. Onde os personagens fictícios criados nos meus artigos, eram facilmente identificados com algum trabalhador, devido às características narradas, que criavam um clima agradável e de boa disposição.
Adoro escrever, adoro sentir a frase a ganhar vida e registar o que nesse momento sinto.
E quando escrevo realmente o que me vai na alma, no final sinto uma sensação de alívio, porque tirei o que me pesava da consciência e guardei-o numa folha de papel, ou então no computador.
Mas ao escrever dou-lhe um rumo, dou-lhe uma direcção. E é isso que me faz aliviar o espírito, porque dentro de mim, posso não concretizar tudo o que necessitava e no papel dou-lhe forma, dou-lhe vida. E é essa vida que me comanda as sensações.
O que escrevo pode nada dizer aos mais entendidos, o fim não é esse, porque o fim fica comigo, para guardar e acompanhar o percurso da minha vida e engrossar os que ainda virão de certeza.
E nos anos que a solidão, a nostalgia da velhice chegar. As recordações que registei, sejam no papel, ou no computador, serão uma lufada de ar fresco para recuar o tempo e voltar a viver todos esses momentos.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Obama ligado umbilicalmente a Clinton!



Obama venceu Clinton, num duelo empolgante, cheio de excitações a cada estado calcorreado freneticamente. Onde os dois candidatos esgrimiam argumentos, qual espada pronta a picar o que mais frágil cada candidato ombreava.
Mas a vitória de Obama sobre a mulher que à partida seria a vencedora pela lógica. Não foi totalmente clara, porque deixou Obama, com a obrigação de incluir Clinton na sua futura equipa para governar a América.
Os rumores iniciaram-se ainda durante o grande duelo, que foi as primárias!
Todos nos lembramos, quando a imprensa anunciava a grande vitória de Obama perante Hillary Clinton. Mencionar na possível nomeação de Hillary, para vice-presidente. Confesso que me deixou com a sensação de que Hillary Clinton, depois de reconhecer tardiamente a derrota, ficasse com um prémio de consolação.
O de vice foi por água abaixo, apostando Obama na experiência e no apoio bem precisos para enfrentar as tumultuosas águas que não param de alagar a economia Americana.
Mas a imprensa, depois da vitória histórica, sistematicamente lançava, o nome de Hillary para a ribalta dos meios políticos americanos, nomeando-a para cargos na equipa de Obama. Talvez esperando alguma confirmação, que chegou agora, nomeando-a Secretária de Estado.
Portanto é fácil de concluir, que Obama, praticamente depois de vencer Hillary. Comprometeu-se a incorporar Hillary, na sua futura equipa. Porque ter a família Clinton do seu lado no combate contra John McCain, seria a mais-valia para uma vitória histórica e mais importante na altura: a união dentro dos Democratas.
E acredito que Hillary sabia desde essa altura que seria a futura Secretária de Estado. Dado o seu empenho na recta final, de umas eleições aguardadas com elevadíssima excitação pelo mundo, que carece de heróis para idolatrar.
Pergunto: Hillary é senhora do seu nariz, com uma personalidade forte.
Superou escândalos mediáticos de proporções gigantescas, que a tornaram mais forte e lhe deram a força para atingir o seu lugar dentro da política Americana.
Perante tudo isto posso pressentir um braço de ferro com Obama em diversas decisões, que poderão pender para a senhora Clinton (não esquecer que o marido foi presidente por dois mandatos). O que poderá gerar um incomodo nada agradável para Obama abraços com o milagre que todos (liricamente) lhe pedem.

domingo, 23 de novembro de 2008

A Avaliacão dos Professores é Inevitavel



Os professores contestam o sistema de avaliação implantado pelo ministério da educação.
Alegam o sistema no seu todo, cheio de imprecisões e bastante burocrático.
Contestam serem avaliados pelos próprios colegas, colegas esses que partilham da mesma opinião deixando-os num embaraço social, prevendo que a avaliação negativa de um seu colega transforme-o no principal responsável pelos danos causados (morais, familiares, económicos…. enfim).
Então lutam com todas as forças para que o ministério volte atrás e anule o sistema de avaliação que tem dado tantas dores de cabeça entre quem o implantou e quem o quer ver retirado, levando já diversas escolas a informar que não vão cumprir com a maldita avaliação, enfrentando possíveis consequências de impacto ainda não quantificado por quem assume tamanha decisão.
E assistimos a grandes manifestações de professores (milhares), percorrendo o centro nevrálgico da luta (a capital) empunhando cartazes com frases bem claras das suas reivindicações e gritos de revolta para quem os quer abafar na busca de manter a sua profissão. Fruto de vários anos de estudo e de milhares de quilómetros percorridos de ensino, a milhares de alunos para concretizarem o futuro dos seus objectivos.
Por trás dos milhares de professores nesta luta sem fim à vista por menos a curto prazo, estão os sindicatos, autênticas ventosas no jogo do gato e o rato com o ministério.
Com tendências políticas que os ligam aos partidos tanto de esquerda como da direita, lutam por apoiar os seus filiados no principal objectivo: Da retirada do sistema de avaliação, mesmo já com o recuo da ministra em alguns pontos, mas que para os sindicatos não aquece nem arrefece (opinião minha), já que quem pede o fim de algo, não pode contentar-se com remendos para aceitar o que penso inevitável a avaliação dos professores.
Só que nesta fase já muito crítica, com “ameaças” de parte a parte. Assistimos até à exaustão, alertar que quem não cumprir a lei será responsabilizado por isso (Primeiro Ministro).
E os sindicatos intransigentes em fazer finca-pé. Reclamam o fim da avaliação, ou a luta sem fim à vista.
No meio desta “guerra”, surge uma sanguessuga pronta a chupar para si os louros desta contenda. A oposição ao governo socialista!
Fazem deste conflito Professores/Ministério da Educação, o garante das suas intervenções contra o governo.
Aproveitam a luta dos professores e o duelo Sindicatos/Ministra, para usar a arma, que não possuíam até então nos confrontos com o governo.
Pedem a demissão da ministra! Comparando com o ainda fresco, mas com decisões drásticas (a troca de ministro da saude), como a solução natural para a resolução dos problemas. Comparação sem sentido, dado a matéria tão diferenciada e de contornos totalmente díspares.
Enfim, com uma oposição, nomeadamente do grande partido da oposição tão ténue. Sem argumentos para contrariar a governação socialista, porque não conseguem ultrapassar os diferendos internos. Surgem apegados ao conflito dos professores para se porem em bicos de pé, disparando interpelações ao governo, para tentarem mudar o rumo, que felizmente para os resignados (porque não existem alternativas) e infelizmente para muitos portugueses, os socialistas voltarão a governar por mais uns anos este país.
Em relação à opinião pública, os professores não podem esperar muito apoio, dos comuns cidadãos deste país (e são milhões). Porque esses mesmos cidadãos também são avaliados diariamente e por colegas. Sendo essa avaliação o garante da continuidade dos seus postos de trabalho, do seu salário no final do mês e do seu prémio de produção.
Porque quando os cidadãos como eu, ouvem o sindicato afirmar alto e em bom som, que querem o fim da avaliação no seu todo, não em retoques. Não podem ir de encontro a esse princípio. Porque todos nós, que trabalhamos, somos diariamente avaliados. Por isso os professores têm que assumir que a avaliação é inevitável.
Quem nos dera, a nós trabalhadores por conta de outrem, podermos contar com sindicatos com a força, com a capacidade dos sindicatos dos professores.
Só a avaliação consegue separar os mais capazes. Porque são esses, os mais capazes, que poderão garantir o futuro do nosso ensino. O futuro dos nosso filhos e das gerações que virão nos próximos anos.
Agora os professores podem exigir: Uma avaliação justa, independente (fora da esfera dos professores) e simplificada, sem muitas burocracias que não trazem nada de produtivo na avaliação da capacidade do professor.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

O Dramatismo em Directo Do nosso Futebol


A crise estende-se pelo horizonte do drama e com ela abraça o futebol, empurrando-o para um abismo que perigosamente está a rebentar com as amarras que ainda sustentam a esperança ténue de uma salvação que muitos anseiam, mas poucos (clubes) ainda mantêm.
Os jogadores fartam-se de acreditar nas promessas de dirigentes nascidos para uma vida adequada aos seus perfis, mas que trepam no mundo que anos antes, criou os novos-ricos, emergidos do betão e da têxtil de mão-de-obra barata.
Mas as promessas sistematicamente adiadas com subterfúgios já preparados, deixam de fazer sentido, quando o desespero da falta do dinheiro, fala mais alto levando a tomada de posições extremas para receberem o que um profissional íntegro e cumpridor tem direito devido ao contrato que estipula com determinado clube.
Os jogadores do Estrela da Amadora, extravasaram o seu desespero perante a comunicação social, que desta vez levou a solidariedade ao seu encontro oferecendo o horário nobre das notícias das várias televisões.
Então as boas novas surgiram! Talvez para atenuar as notícias que as televisões, levavam a milhões de portugueses e deixavam esses milhões com a percepção de que valeu a pena levar este drama dos Estrelitas até à exposição mediática. Um mês seria pago no final da semana!
Para quem não recebe desde que a época se iniciou, um mês pode ser a gota para tapar os buracos que já não poderiam ter espaço para remendo.
Mas no dia seguinte o semblante carregado do capitão do Estrela voltava a comunicar rodeado de microfones que o tão necessitado dinheiro foi mais uma vez uma promessa adiada e como o dinheiro não cai do céu, os jogadores partiram junto com o sindicato (que no futebol não tem cores partidárias, penso eu!), para a medida mais drástica o pré-aviso de greve.
Pré-aviso esse, que incluiu o pagamento dos meses em falta dando um prazo de quinze dias, senão os próximos jogos onde o Estrela entra como adversário, terá o impensável: a falta dos jogadores para esses desafios.
Agora todos questionamos!
De onde virá o dinheiro? Do céu não é de certeza absoluta.
Do estado não virá, que o Estrela não é nenhum Banco, nem tinha depósitos no BPN!
Outros clubes estão como o Estrela da Amadora!
Apesar de se saber que devem dois, três, ou mais meses de salários em atraso. Os jogadores ainda não tomaram a posição dos jogadores do Estrela. Vão acreditando nas promessas da direcção dos seus clubes.
Imaginemos só, três ou quatro clubes, dos vários que não cumprem os compromissos com os seus profissionais. Onde os jogadores enveredassem pelo mesmo caminho dos colegas do Estrela.
Seria o caos para o nosso Futebol! Ou do caos nasceria, um novo modelo de gerir o futebol português, com dirigentes competentes, organizações nos clubes altamente profissionais, para vencer no rectângulo de jogo e nos compromissos assumidos com os seus profissionais.
Porque o futebol nunca deixará de existir! Se já conquistamos títulos de campeões da Europa e do mundo, mais cedo ou mais tarde voltaremos a tornar a conquistá-los, demore o tempo que demorar!

domingo, 16 de novembro de 2008

Obama Venceu! Es os Cépticos Emergiram


Agora que as eleições americanas tiveram o seu final e por sinal com um resultado que deixou o mundo a acreditar na mudança e principalmente na capacidade de um homem que inevitavelmente a levará para caminhos rodeados de esperança e fé, na concretização de uma vida melhor, para muitíssimos que a perderam (quase irreversivelmente) e milhões que a estão a ver fugir pelos dedos das mãos.
Surgem os cépticos que já vaticinam uma grande desilusão mundial e conclui que a Presidência de Obama está condenada ao desastre. Os cépticos irão sempre emergir de qualquer buraco. A unanimidade de opiniões nunca existiu, nomeadamente em acontecimentos que mudaram a história como o foi a eleição de Obama. Mesmo que numa infinidade de seres humanos a percentagem seja mínima.
Só que no meio destes dois lados, porque são sempre bem-vindos, já que o confronto de pontos de vista, mesmo de euforia por um lado e pessimismo de quem (não todos), estão neste mundo só para criticar autenticas pragas. Originam forçosamente a aparecer mais um lado de opiniões, dando espaço para os moderados.
E são esses moderados como eu, que acreditando em Obama desde o primeiro dia. Tem a noção da enorme responsabilidade que Obama carrega sobre os ombros.
Ainda mais com o significado da sua vitoria, que levou milhões e milhões de pessoas à euforia elevando Obama a um ser mítico, salvador de todos os problemas, quando o homem é um simples ser humano, embora com grandes capacidades politicas e intelectuais.
Portanto depois da euforia, mãos à obra e como diz Obama, a grave crise não se dilui de um momento para o outro e alertou que poderá de necessitar mais que um mandato presidencial, para reencaminhar a economia americana para os carris do sucesso de encontro à estabilidade de uma nação, que será o tónico essencial para todas as economias mundiais.
Resumindo, que ninguém pense que Obama terá todo o poder de elevar uma grave recessão económica de um dia para o outro!
A multidão de pessoas que o vitoriou (nos quatro cantos do mundo) e acredita piamente na força deste homem, tem que toda junta criar uma corrente positiva que se eleve no ar, abrace o céu e desça em forma de fé para penetrar nas almas da equipa de Obama, fortalecendo ainda mais a crença deles em vencer a crise, porque acredito piamente, que Obama será o único pelas suas características intelectuais e humanas que poderá inverter este ciclo que nos aglutina a vida. Basta ver, o empenho com que ele está a formar a sua equipa, rodeando-se de homens (mulheres) inteligentes, expert na matéria, mesmo tendo que recorrer a ouvir adversários de ontem, mas aliados no mesmo fim.
Basta acompanhar a imprensa diária, que nos mostra a impaciência de Obama em que a tomada de posse chegue o mais rapidamente possível. para que mais depressa o seu trabalho se inicie na rápida fuga desta, até há bem pouco tempo incontrolada recessão, para a curto prazo apresentar os primeiros sinais da tão aguardada recuperação!