sexta-feira, 20 de novembro de 2009

A Ausência Abala, mas é Necessária




A ausência de quem nos diz muito por mais pequena que seja, deixa-nos muito sós!
Encontro-me entre quatro paredes depois de deixar quem me ama, conhecer novas culturas, novas formas de viver, novas fronteiras para desbravar. Seja perto, num fim-de-semana que expira num abrir e fechar de olhos. Seja em longos dias que nunca mais terminam e que aumentam as saudades e me envolve num arrepio de solidão. Mas a consolação é saber que estou pertíssimo do seu coração! O amor assim obriga a recolher num cantinho da gaveta daquele órgão que bate, bate sem cessar daquela mulher fantástica, toda a paixão que sente por mim.
Perante ambiente enternecedor nada mais me resta do que assumir harmoniosamente a sua “fuga”, na procura de se enriquecer, de se valorizar e de aproveitar as oportunidades que a vida lhe reserva e que hoje é primordial e amanha pode ser tarde.
São dias numa recolha familiar onde os filhos oferecem o consolo necessário e aliviam a ansiedade de esperar por quem está longe, bem longe.
Abraçamo-nos num círculo imenso e superamos a ausência!
Fechamos as portas aos "intrusos" e toca a olhar em frente, porque quem viaja para aliviar o stress e recolher novas e renovadas energias espirituais ou meramente divertidas. Trás consigo na volta, mais saudade em abraçar quem lhe quer bem e mais amor a quem a ama.
Hoje parte ela em meia dúzia de dias que passam como um jacto transatlântico, para quem vive esse período na busca de tudo conhecer e tudo absorver, enquanto visita os locais predestinados. Anotando monumentos, observando comportamentos e partilhando sensações.
Mas quem espera, é a eternidade que se acumula! Onde a ansiedade da espera do dia de regresso a casa, é o fim de uma longa demora.
A liberdade de cada um fortifica a união de uma família!
Hoje é ela que transpõe barreiras para alargar horizontes culturais e renovar a força em trabalhar em prol de inúmeros propósitos.
Amanhã serei eu! Como já aconteceu. Com a certeza de que comungamos os mesmos objectivos e fortalecemos o amor que há longos anos sentimos.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

A Perigosa Tentação Que a Todos Rodeia


Porquê correr em busca da felicidade meramente instantânea e que depois pode deixar marcas destruidoras, quando bem perto de nós no aconchego do já partilhado, temos tudo o que corremos a procurar.
Porquê correr em busca do proibido meramente explosivo e de amarras muito brandas, quando se nos entregarmos de corpo e alma rodeado da paixão que nos juntou numa união consagrada para toda a vida. Obtemos a plenitude do amor que nos une para todo o sempre.
Dizem algumas, que quando se sentem perseguidas pela indisfarçável atracção que os homens manifestam por elas, são possuídas por uma adrenalina maravilhosa que as alimentam e lhes proporciona sentimentos diversos.
Dizem outras, que a idade vai avançando e atinge o clímax do amadurecimento deixando a pessoa consciente de que necessita de ser bajulada e de ser admirada. Alimentando o ego e ajuda a refazer uniões.
Outras mais, não dizem. Mas o esconder tem limite e libertam a excitação da aventura que vai de vento em popa e enquanto o ultimo a saber não descobre, vive o dia do encontro como se do último se tratasse. E não olha a meios para se encontrar em qualquer lado com o homem do momento.
E finalmente aquelas mais conservadoras e que têm berço, habituadas ao embalo dos princípios ancestrais. Que lhes incutem o pertencer a um único homem, numa pureza para levar até ao fim da vida. Mas a vida é madrasta, devido aos sucessivos trambolhões de uma sujeição de mulher casada e sentem que aquele olhar insistente de dias e dias, lhe quer dizer algo.
E como as forças vão soçobrando e recuar já é praticamente impossível, lá vai tremendo como varas verdes de encontro ao abraço que não sente á imensos dias.
De encontro ao carinho daquele longo beijo que loucura das loucuras, não consegue juntar um único só do marido com que vive anos a fio para comparar a ternura que esse mesmo beijo se reveste.
De encontro ao toque da pele nua num enlace tão profundo que junta dois corpos num só, mesmo sem antes terem tempo de se conhecer. Para descarregar toda a paixão acumulada nos longos dias de luta titânica para não se entregar ao inevitável, que mais cedo ou mais tarde, teria que forçosamente acontecer.
Mas no final de cada sensação que abana com as entranhas do nosso mais fundo ser, enfrentamos a realidade e a porta que antes se encontrava escancarada para nos lançarmos na aventura, umas por sentir sensações novas. Outras como inevitáveis tamanha a fragilidade sentida. Irá se fechar num estalido seco e doloroso para a maioria de quem as procurou como um escape e colocar tudo no seu devido lugar e guardar este segredo tão fundo que irá junto para a cova e servir de memória a quem nos levar a alma.

Os Portugueses Querem, é a Vitória da Selecção


Os Portugueses estão-se marimbando para o processo Face Oculta!
Já vivem com a certeza que é, um ver se te avias para encher o saco e quem está próximo de oferecer favores, também está pertíssimo de lucrar com eles.
O que eles querem é que a selecção vença a Bósnia e atinja a fase final do mundial.
Num apuramento que se iniciou numa de favorito, andou num choradinho de lamentações de estarmos com um pé bem fora do mundial e agora a um empate de lá estarmos para salvar meia dúzia de cabeças que já dão a sensação de fazer da Selecção um abrigo para toda a vida.
Querem lá saber o que o Primeiro-Ministro disse ao Armando Vara, pessoa que a maioria dos Portugueses nunca a viu mais gorda e como tal, nada lhes diz esta personagem, já com alguns casos marcantes que atingiu agora o destapar de um véu, numa forma humilhante que muito dificilmente lhe dará uma nova oportunidade para recuperar a imagem.
Querem de Sócrates aumentos salariais para ajudar a adquirir mais meia dúzia de bens essenciais e compor a despensa, tantas vezes com pouco espaço e agora livre da fartura de tempos não muito distantes.
E soluções para afugentar a crise. Onde a falta de trabalho, num desemprego dramático que arruína os neurónios e faz nascer depressões graves que desmorona famílias inteiras.
Deixando para quem tudo tem, a preocupação de saber o que Sócrates disse ao tal Vara. E para a oposição que a medo fala do Face Oculta, já que dentro dos seus partidos podem existir telhados de vidro.
Porque sabem que todos sabem, que tudo se vai esfumar com o tempo e que as tais escutas de parte a parte não serão relevantes no processo porque escutas são o que são. Que o diga o Apito Dourado e as pessoas que lá estão envolvidas.
Querem, é, que a Selecção vença!
Jogando mal ou bem é indiferente. O que realmente interessa para os Portugueses é que lá para o Verão, no meio de uma cervejas fresquinhas e uns pistachos. A Selecção inicie o Mundial que pela primeira vez se vai desenrolar em África, Continente apaixonado pelo futebol e ansiosamente a aguardar pelo primeiro pontapé de saída.

sábado, 14 de novembro de 2009

Ora Agora Levas Tu. Ora Agora Chega a Tua Vez


Lá estamos nós no vira o disco e toca o mesmo! Onde só muda a filiação partidária.
Primeiro vieram a publico os escândalos de ex governantes ligados ao PSD, em virtude de negócios banhados a lume denso que encobriam as jogadas mirabolantes que emagreciam os lucros do BPN e enchiam os bolsos de todo o guarda-fatos de Dias Loureiro e companhia.
Claro que nenhum politico reputado veio a publico esgrimir argumentos na condenação de tais actos, só apareceu o mais alto manda-chuva da nação, a pôr as mãos no fogo no inicio da polémica, pela idoneidade de Loureiro.
Um amigo é sempre um amigo e logo amigos do peito que nos enche o sótão de euros na valorização de acções de forma cordial e claro está, merece a confiança de quem vê o País bem no cimo da autoridade e de lá só sairá quando a lei não lhe dá espaço para mais.
Mas evitando em me alongar mais dizia, que mais ninguém veio a terreiro lançar a primeira pedra. Existem demasiados telhados de vidro nos telemóveis e não só, dos políticos portugueses e não vá o diabo tecê-las e o feitiço se virar contra o feiticeiro.
Claro que os mais entendidos nestas tramóias de encher as contas dos mais arrojados na corrupção quase gratuita, sabem que agora eram pessoas ligadas ao PSD. E não tardaria que chegasse a vez de serem figuras ligadas ao PS, as próximas vítimas. Num sistema mais virado para os países do terceiro mundo, mas que cá neste cantinho virou moda, tamanha é a facilidade em cobrar favores pela notoriedade que se ganhou quando se desempenhou altos cargos em prol deste País que nem ata nem desata num ritmo que só serve meia dúzia de torres humanas que comandam do ultimo piso perto do céu azul, tudo o que se passa cá em baixo onde os mais desafortunados deambulam na vá esperança de, lhe chegar do cimo a senha da brecha da fé e assim conseguir abrir o sorriso para mostrarem que algo lhes chegou á boca e a fome fugiu para bem longe.
E agora bem agora, lá está a fava a cair nas mãos do PS e toca a ser a vez dos socialistas se verem envolvidos em escândalos graves, mas que o povo já se começa a habituar e até acredita, apostando sem pestanejar, como vai tudo terminar.
E lá encontramos de novo ex governantes que são apanhados com a boca na botija, numa ingenuidade gritante. Ou quem sabe, no pressentir que tudo pode, já que tem as costas largas de poder e conhecimentos que vão sabe-se lá, até perto do cimo da hierarquia. Onde Sócrates é sempre mencionado numa praga que já denota indícios de clã siciliano e que nada nem ninguém se aperceberá.
Alguém saiu da toca e pôs-se à escuta com escutas!
Apanhando o rato com a boca no queijo fresco e soltando as amarras da ratoeira o deixou ali entalado sem apelo nem agravo.
E assim vivemos nesta sociedade que cria ministros e que por sua vez criam a corrupção que mancha este País, num já abanar de cabeça resignado. Esperando o esperado.
E já não se espantando que daqui a maia dúzia de meses, outros ex governantes, sim outros mesmos, já que todos eles aprenderam na mesma escola e com os mesmos professores. Sejam descobertos em mais uma operação com nome bizarro, que irá encher milhões de folhas brancas de histórias de um inicio de dois ou três e quando aberto ao público, sejam dezenas a encher os bolsos de euros vivos e sentar o rabiote em bombas sobre rodas acabadinhas de sair de stands para o efeito e outros menos afortunados, com portáteis como prenda pelos favores banais prestados.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Sexta Feira 13, Pode Ser o Dia da Esperança



Todos sabemos que na vida nada é perfeito!
Sentimo-nos bem, felizes da vida como a expressão assim o diz. Mas a realidade não é muitas das vezes o que parece. A vida é feita de altos e baixos, que nos obrigam a ajustar o volume para que a balança da vida nos encaminhe num percurso contrabalançado para que as perigosas curvas sejam feitas com a segurança devida.
Pescamos momentos felizes nos filhos! Eles são a nossa riqueza, a nossa fonte de inspiração para lhes proporcionar a felicidade necessária para enfrentar os seus desafios diários. Ora na escola, no começo de uma etapa que lhes moldará a personalidade. Ora já na idade da maioridade que vincará a personalidade entretanto criada.
Abraçamos num gesto carinhoso a esposa, num acordar bem-disposto que nos irá assegurar um auspicioso desenrolar do dia.
Assim o necessitamos para que as amarguras surgidas em notícias que se agravam como uma bomba pronta a rebentar a qualquer momento, sejam recebidas com o apoio tão essencial de alguém que nos é especial.
Em muitas ocasiões somos exigentes e pedimos que tudo seja um mar de rosas!
Mas a vida é um oceano de ondulações, que nos prega de quando em vez dolorosas partidas.
Ameaça-nos com a perfuração da mais dura realidade que um ser humano resiste. A dor da certeza que o mal é irreversível. Ainda por cima numa pessoa que nos é tão querida e nos deixa pregado à esperança ténue de um milagre porque Deus é grande e está no meio daqueles que sofrem de uma maneira ou de outra. Ou seja no meio de todos!
Ameaça-nos com perda da segurança profissional, onde meia dúzia de seres gulosos pelas riquezas que já eram imensas e queriam mais e mais, tamanha a sofreguidão em sacar todo o espólio que devia ser repartido por todos, numa sacanice sem precedentes. Que acabou num turbilhão de crises profundas, que ainda hoje não se vislumbra o seu fim.
Mas nós fazemos frente a todo o drama! Rodeamo-nos da família, que é o nosso grande amparo e onde descobrimos que a união faz a enorme força em derrubar os tentáculos do mal.
Buscamos os amigos. Os amigos de longas caminhadas, já habituados a oferecerem o que tem de especial e num círculo criado num aperto de mão conjunto, onde nos resguardamos dos vírus infecciosos prontos a devorar o mais sensível órgão exposto. Criamos uma força quase indestrutível para que toda a nossa energia chegue ao coração de quem está no corredor da salvação, possa se sentir abençoado por esta onda querida, feita de carinho, ternura e enorme consideração.
A vida por vezes é madrasta demais. Confere-nos um cenário macabro de fragilidade intensa.
Lutamos para que ela deixe de nos atormentar e vá procurar descarregar a sua raiva noutro lugar, bem longe. Mas mesmo bem longe da nossa vista. E nunca mais nos corroía a paciência. Mas a vida é a vida!
Foi criada para o bem e para o mal. É fugir de nos encontrarmos no meio da sua fúria. Não à milagreiro que nos salve de um desaparecimento prematuro.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Paulo Bento Pau para Toda a Obra




Era já um treinador carismático!
Autentico fazedor de cérebros iluminados que com a sua imagem criavam momentos humorísticos, que enchiam cenários de gargalhadas bem-dispostas. E tinha até virado coqueluche, devido a frases suas que enfeitaram o País de lés a lés.
Era um homem com personalidade fortíssima!
Fruto do seu carisma e de um percurso que até hoje, não enfrentava qualquer tipo de barreiras, que o impedissem de continuar o seu caminho em direcção ao grande objectivo. Alargar as fronteiras do Sporting no caminho da glória.
Era um cérebro futebolístico!
Nas ricas conferências de imprensa. Sem pressas e sempre pronto para responder a todo o tipo de perguntas, fosse qual fosse a rasteira que as envolviam. Onde explanava as tácticas como ninguém. Falava de tudo um pouco e num português fluente. Para ser entendido por qualquer pessoa que se juntasse a ouvir os seus argumentos futebolísticos e não só.
Era um excelente condutor de homens!
Muitos deles ainda verdes para a vida e também para o mundo da bola. Lidou com situações conflituosas e fazia prevalecer os seus pontos de vista.
Batia o pé aos jogadores com a cabeça no mundo VIP, obrigando-os a descer á terra, para a realidade presente onde o Sporting estava acima de tudo e todos.
Era o omnipotente sportinguista!
Falava por ele, pelos jogadores, pelos dirigentes e também pelos funcionários. Compreendia os adeptos e lançava-lhes palavras de compreensão.
Era o elo mais fraco!
Quando tudo corria menos bem. Habituado a ser mais um, de uma direcção que se escondia nos gabinetes e se refugiava nos erros da arbitragem.
Era o treinador que mais tinha perder!
Começou no acordo de cavalheiros e sempre num amor à camisola que deixava dó. Hoje podia ter amealhado para se deitar à sombra da bananeira. Mas ao menos deixa bem presente que o dinheiro não é tudo na vida. E não é!
Era o abono de família sem estar presente!
Dava tudo em prol do Sporting, mesmo deixando a família órfão da sua presença. Não foram ocasiões esporádicas, foram vezes sem conta que jamais se recuperarão. Mas tudo a família compreende e nesta hora está com ele bem juntinho ao coração.

Paulo bento era o Sporting na sua mais pura essência.
Mas como tudo na vida tem um fim, foi chegada a hora de Paulo Bento abandonar Alvalade.

Sócrates Enfrentou a Oposição Que fez o seu papel, Nesta Fase de Poucas Surpresas



Sócrates iniciou o calvário, que será pelo tempo fora, uns mais outros nem tanto, dos debates na Assembleia da Republica.
Explanou durante largo tempo o programa do governo. De uma forma clara e sem deixar a menor duvida como é seu timbre.
Conseguiu levar a mensagem a todas as bancadas que durante quatro anos lhe irão por a cabeça em água, já que o mesmo Sócrates irá governar sem o consolo da maioria e terá que se haver com a retaguarda desguarnecida, precisando de colher o reforço nos dois lados da oposição para seguir em frente com as medidas necessárias para que o País abra a porta da retoma.
Nesse longo discurso, que abriu a Assembleia ao novo governo, Sócrates deixou bem vincado que irá dialogar com os professores como prometido na campanha eleitoral.
Os professores aguardam ansiosamente por esse diálogo, na esperança de algo novo. Que faça com que se caminhe para os objectivos pretendidos por ambos os lados.
O fantasma da Ministra que ao longo de quatro anos foi sujeita a todos e mais alguns impropérios que não à memoria. Foi dissolvido e enviado para as catacumbas do outro lado do mundo e como tal, com este novo governo, será visível uma nova postura e outra forma de dialogar.
Aprende-se com os erros dizem uns! Mais sensibilidade sente este novo governo, penso eu!
Mostrou estar por perto do drama dos reformados e abençoou-os com um aumento, que embora sempre pouco, surge numa altura que todos se alegrarão, já que o Natal está à porta e um aumentozinho é sempre bem-vindo e fazendo figas para que o ano seguinte seja mais generoso.
Na chegada das intervenções da oposição, nada de novo dali surgiu. O ódio político a Sócrates continua bem vincado e é perceptível, a imagem que toda a oposição lança a Sócrates, lembrando-lhe que a maioria foi a sua grande derrota, embora o mesmo ressalve que quem ganhou as eleições foi o PS.
E as interpelações neste primeiro dia de debates lembraram as da legislatura passada e que levará Sócrates a utilizar uma nova estratégia. Claro, que a maioria perdida obriga a resfriar ânimos e a conter excessos. Mas Sócrates continuará a fazer passar a mensagem deste governo e assim faz com que a oposição seja mais responsável e pense noutra estratégia para obter os seus intentos políticos perante a Sociedade em geral.
A oposição tem neste momento o caminho aberto para se fazer ouvir e desde logo se responsabilizar pelos diplomas e não só, que lhe surgirem à frente na esperança de uma opinião favorável ou não. E assim sendo fazer questão de assumir o seu papel: melhores políticas e melhores iniciativas sociais.
O governo conseguiu fazer valer o seu programa num debate que teve nesta altura concordância da oposição.
Todos esperam para ver como será que este governo quando o novo ano se iniciar e todos sabemos que ano novo vida nova, trará para a opinião publica as medidas sempre nefastas para a maioria dos cidadãos, nomeadamente com os aumentos sempre difíceis de digerir, numa época de autenticas vacas magríssimas.
O orçamento de estado é o inicio, de uma contestação impar pela oposição. Aguardam-se pois grandes debates e porventura acordos sempre difíceis para fazer passar o mesmo.
Aguardemos então!