sábado, 5 de dezembro de 2009

Portugal no Grupo da Morte



Como o futebol é uma caixinha de surpresas, será mesmo isso que irá acontecer!
Apesar de a FIFA coordenar os grupos de maneira a que as grandes selecções, atinjam as grandes decisões. Vai aparecer sempre as selecções surpreendentes que acabarão por eliminar os poderosos e lá teremos uma ou mais selecções a espantar o mundo do futebol e a consequente corrida desenfreada dos empresários para adquirirem as novas vedetas e lançarem-nas na boca do malabarismo futebolístico e será um salve-se quem poder na esperança urgente em sugar as novas estrelas que na grande maioria não passarão de autenticas promessas adiadas, porque num Campeonato Mundial resolveram se encher de fézada e com meia dúzia de lances, abriram a boca de espanto aos negociadores que tudo sabem e tudo vendem.
Em relação ao sorteio que ditou a sorte de Portugal, num grupo que pode ser o regresso prematuro a casa como pode ser a normal classificação. Já que para olharmos a classificação como o acto normal, Portugal terá que jogar muito mais, para vencer qualquer um deles.
Os Africanos correm, correm e não param. Fortes fisicamente autênticos guerreiros tribais, desejosos de oferecer a vitória aos seus antepassados para perpetuar a magia africana. Valem-se também da categoria dos seus jogadores já bem conhecidos, numa selecção das melhores de África.
Os Coreanos correm, correm. Habituados a correr em busca de tudo o que lhes falta no País. Serão muitas pernas para parar. Tendo nós a vantagem de mesmo estarem a vencer, correrem em busca de algo mais, porque a falta de experiencia nestas andanças será determinante. Esquecendo-se de que quem tudo quer tudo perde.
Os Brasileiros dançam, dançam. Num samba futebolístico que encanta quem assiste! Marcam golos dançando, em remates de tribela que acompanha a bola em direcção as redes que elevam o samba para lá das portas do estádio. Será um que encanta e deixa perfume canarinho. Serão muitos mais em goleadas de show e alegria.
Por isso, só nos resta correr, correr e dançar no mesmo ritmo para seguir em frente rumo à vitória! Porque temos as nossas armas de Conquistadores há mais de oitocentos anos de história.
De Navegadores por mares nunca dantes navegáveis, que nos deu fama pelos quatro cantos do Mundo.
E de Magriços que na primeira vez que participaram num Mundial, encantaram e deslumbraram.
Por isso é só eliminar o samba que já não é virgem e atirar borda fora os corredores de paragem difícil mas não impossível, pelo contrário.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Será Que os Homens Amam Mesmo o Ambiente



Vem aí Copenhaga e será o poiso de diversos chefes de estado para de uma vez por todas, sentirem que o ambiente precisa deles para não virar nuvens negras para cinzentar o mundo.
E nós precisamos de medidas concretas por parte dessa gente que manda em tudo, para que nos dêem provas de que o mundo pode respirar um pouco fundo, porque irão ser tomadas medidas por cada um deles em prol do meio ambiente, com as tão necessárias reduções do envio para a atmosfera do veneno que a está a matar.
Será assim que irá redundar a já tão aguardada conferência de Copenhaga?
Ou irá ficar tudo mais ou menos como estava e essa mesma conferência irá dar uma mão cheia de nada?
Todos os chefes de estado partilham da mesma opinião em que se terá que fazer algo para que o planeta não se torne num descongelar dos glaciares e encher os mares, que irão destruir grande parte da orla costeira que rodeia os oceanos. E originará o secar ainda mais dos solos, que levarão a mais e mais desertos sem fim.
Eles partilham dessa mesma opinião, mas a verdade é que na hora do tudo ou nada, poucos deles, nomeadamente os que representam os países mais poluidores do mundo, retraem-se em assinar o compromisso de reduzir o que nos vai abafando dia a dia num sufoco ardente. Utilizando argumentos pouco convincentes para tentar remediar um mal que há décadas vamos dando forma.
Todos já andam a comentar que esta cimeira será mais um fracasso no ponto crucial, que é a necessidade em reduzir o aquecimento do planeta devido às alterações climáticas que o homem nestes últimos anos não se cansa em alterar.
Irá existir incentivos para quem reduza as suas emissões e desde já a União Europeia deu o exemplo em comprometer-se na redução de 30%, se os outros países nomeadamente os mais desenvolvidos também o fizerem.
O Mundo precisa urgentemente que todos os países se unam num dar as mãos, para de uma vez por todas, iniciarmos o ciclo inverso da destruição do nosso planeta como estamos até aqui a fazer. Para que as novas gerações que virão, não sintam na pele, o que nós andamos a fazer no final do século XX e, princípios do século XXI, a este planeta tão belo e tão azul que por amor de Deus, não o vamos tornar cinzento e pestilento, pela ganância de não olhar a meios para alcançar os fins. Muitos deles com proveitos nefastos para a Sociedade como se tem visto.
Aguardemos a conferência pedindo no mínimo que seja uma mão cheia desta vez, do pouco que essa mesma mão trouxe de Quioto. E se assim for, estaremos certamente no caminho de poder ainda dar a mesma beleza, a mesma frescura. Com o céu todo azul que cobre este belo planeta.

Os Dias Cinzentos e Húmidos não Alegram a Esperança




Os dias não aquecem e com isso trazem a melancolia às pessoas.
São dias e dias de frio e chuva irritante. Aquela chuva miudinha que parece que não molha, mas ensopa quem caminha, pensando que foge de meia dúzia de pinguitas e quando dá por ela está molhado e frio. Gelado até aos ossos.
Os dias cinzentos e húmidos, acompanham a vida deste país mergulhado em vicissitudes tão reais como a vida de milhões de todos nós que por mais que nos esforcemos, vemo-la a andar para trás. Ou então parada numa irritação de nada podermos fazer para que a alavanca destrave e faça com que ela inicie novamente o percurso da alegria em que todos temos o direito de viver. Sabendo que levamos em atenção de que nem todos podem viver num mar de rosas.
O FMI, já alertou para o que de medidas Portugal tem que tomar para que o défice não aumente. E lá vamos ter que apertar novamente o cinto, porque vamos sentir na pele, o aumentar de impostos, os subsídios a serem congelados e os aumentos de salário num STOP angustiante que não abonam em nada, para que se possa fazer contas à vida.
O nosso Ministro das Finanças, sempre muito optimista quanto ao pior já ter passado e claro, fazendo sentir nele próprio que estávamos num período de eleições, em que nada podia ser feito na medida de alterar o estado do povo, então deixando o optimismo no ar para quem o ouvisse. Agora depois de já ter passado a agitação eleitoralista. Lá tem que apresentar o orçamento rectificativo, para contrabalançar os gastos excessivos e as reduzidas receitas, num mar de dificuldades que o País atravessa e sem data para se realmente vaticinar o seu fim. Para que a tão desejada retoma seja a realidade que milhões tão ansiosamente esperam.
O desemprega galopa a olhos vistos, como cavalos selvagens sem hipóteses para já, de ser controlado.
Deambula pelo País de lés a lés, como a gripe A, e contamina qualquer um de nós. Não escolhendo actividades e nem caras lindas.
Lança para o lamaçal da depressão Social milhares de pessoas, que se vêm em bicos de pés para fazer face aos encargos assumidos, quando tudo eram rosas num espiral de consumo que parecia não ter limites.
E como se vê os limites foram repentinos! Deixando cair em desgraça famílias inteiras de um momento para o outro, que se vêm metidas num colete-de-forças, sem horizontes risonhos de lá saírem.
A população salta como cangurus à procura de uma saída para tão grave dilema. São saltos sucessivos num desespero de fazer parar o coração.
Muitos deles desistem num cair para o lado de tão exaustos que estão para transpor a porta do sofrimento. Ficando ali enclausurados num esgar de resignação, esperando que algo os leve, seja para bem longe daquele sofrimento e que lhes traga ao menos a consolação de acabar os dias com a dignidade que um ser humano merece.
A Segurança Social tem responsabilidades reais em acolher estes desesperados. É a Instituição que milhões se estão a agarrar para no mínimo conseguir viver condignamente e outros mais, sobreviver.
Mas a nossa Segurança Social anda pelas ruas da amargura e pode ter os dias contados num prazo já tão curto que está a assustar todo o País.
Esperemos que se mantenha à tona da água para ajudar quem mesmo necessita e assim esperar que o mundo vire na direcção da recuperação económica e assim podermos voltar a sonhar em sentir a alegria de viver com a qualidade de vida que todos merecemos.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O Mundo não é tão Mau como o Pintam



Algumas pessoas felizmente, não parecem tão barbaras, como à primeira vista fazem querer. Em alguns casos o que parece, não é. Já diz o ditado e temos que o levar em linha de conta, para que o voltar atrás não deixe marcas para toda a vida.
Depois de uma exposição de linchamento publico, lembrando tempos idos onde se julgavam pessoas por suposições e convicções. Onde a comunicação deu enorme ênfase, baseando-se em relatórios médicos que se viriam a descobrir sem ponta de verdade. Com brilharetes de primeira pagina, nos grandes diários lidos por milhões, para facturar milhões. Condenavam sem reservas um homem ainda jovem, por levar à morte uma criancinha de poucos anos, apontando-lhe atrozes sofrimentos.
Mas muitas horas depois, ainda bem que este caso ilibou um inocente apesar da falha dantesca de alguém tentar imputar-lhe uma culpa sem sentido. Espera-se condenação dos responsáveis, já que o errar não é humano como este caso se afigura infelizmente aos olhos de todo o mundo.
Basta ler este texto dum blogue que sigo. E que aconselho, já que contem um painel de participantes que tanto dão para que muitos de nós, os sigam com apreço. Com vontade de aprender algo mais. E com vontade de decifrar no Delito: sensações, opiniões e, caso seja necessário repreensões de temas do momento, que fazem parte do quotidiano deste País que navega em mares traiçoeiros, que tanto se inclinam para nos levar a bom porto. Como nos transporta raivosamente para o afundamento em águas profundas sem deixar rasto.
Vivemos numa Sociedade de assassinos, de chulos e de corruptos. Mas é preciso uma grande carga de bom senso para antes de apontarmos o dedo em riste, o deixarmos em posição de o encaminhar para a verdade!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

No Coração de Trás dos Montes


Aproveitei estes dias que juntaram um feriado e fui de encontro ao inicio de Portugal, bem juntinho a Espanha, visitar Bragança já que lá não ia há mais de vinte anos. Numa altura que chegar a Bragança levava meio-dia, por entre curvas e contra curvas, dando enjoos frequentes e pouquíssimas ou nenhumas saudades de lá voltar tão cedo.
Agora chega-se lá ainda o CD não terminou de nos brindar com a ultima musica, que nos deixa embalados pelas melodias e cantamos canções bastantes conhecidas e lá subimos o Marão na via rápida e seguimos pela mesma via com destino a Bragança. Mas antes uma paragem em Mirandela para almoçar e esticar as pernas.
Posta à mirandesa como está-se mesmo a ver!
Tenrinha, mal passada que dava gosto mastigar! Interpelamos o chefe de mesa, se nos ia enfiar posta espanhola. Mas o homem um pouco constrangido afiançou que não podia ser. Estávamos na terra da boa posta à mirandesa e como tal nada de enganos. Era pura portuguesa com certeza!
Pela cara do Presidente da Câmara de Mirandela, também lá a almoçar, acreditei que a posta era mesmo dos bois cá das nossas pastagens.
Estava divinal como diz um amigo meu. E lá fomos para o nosso destino Bragança.
Comecei por admirar as rotundas!
Não muitas mas com gravuras espectaculares. Desde a chega dos bois, até às mascaras ibéricas. Passando pelas esculturas enormes, mascaradas da cor da paisagem transmontana que davam um valor artístico e uma beleza envolvente que convidavam a circular toda a rotunda para admirar tamanhas obras de arte.
O castelo magnífico!
Cheio de historia dos nossos antepassados que lá defenderam a nação e deram a vida pelo País que conquistamos e que consagrou os Duques de Bragança, numa geração que se expandiu por varias dinastias em centenas de anos.
E com o interior agora museu militar recheado de objectos, doado pelos nossos militares que lá fizeram a sua vida militar e lá deixaram os seus espólios para que todos pudessem partilhar das suas medalhas de bravura, dos seus actos de coragem que engrandeceram aquele que quartel de infantaria, que enviou tropas para a grande guerra e para o ultramar. Trazendo soldados mortos e outros mais como heróis, que juntos fazem a historia daquele castelo, que é a riqueza daquela cidade bem distante dos grandes centros.
Como Espanha estava a dois quarteirões resolvi dar lá um salto e visitar também umas muralhas que de certeza eram o forte de defesa contras os portugueses e vi-me nos dois lados da barricada, imaginando muitos anos antes como portugueses e espanhóis se defendiam dos ataques, de, ora agora vens cá tu ver se me roubas este pedaço de terra. Ora agora vou eu aí conquistar mais dois palmos de terreno para juntar ao pouco que já tenho.
E no caminho até lá, vislumbrei as primeiras neves que já cobriam aquela imensidão de montanhas que separam os dois países e galgando a A52, no meio de um frio de rachar regressei ao meu cantinho, com clima mais acolhedor, mas feliz por um fim-de-semana alargado, cheio de boa comida transmontana.
De frio de rachar os ossos, mas não impeditivo de conhecer os locais mais famosos, lá da zona.
A neve ali aos pés anunciando um período de imagens e alegria para quem a faz de diversão.
E felicidade estampada no rosto de quem nos rodeia, nestes momentos que fazem parte da nossa vida que nos convida a saboreá-la.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Batem Sempre no Ceguinho Que Tenta Ver Mais do Que a Sombra



Não sei porquê, mas quando surgem notícias nada abonatórias para a Sociedade Portuguesa, onde nelas misturadas, aparecem nomes de pessoas sonantes, neste caso das escutas onde Sócrates é referenciado em conversas com Armando Vara, o peso pesado do Face Oculta, que se vê em maus lençóis, apesar de vir a público manifestar a sua inocência. Quem leva por tabela é sempre aqueles que têm em mãos o tornar importante ou não, factos laterais ao cerne do processo, embora possam ter um cheirinho de penetração no mesmo.
Estou-me a referir ao jogo do empurra que Procurador-Geral e Juiz Conselheiro, protagonizaram, no deve ou não deve ser aberto a todos. Os conteúdos das famosas conversas, de amigos de longa data, que como todos sabemos os amigos são para as ocasiões.
E andamos nisto largos dias, com um a não se descoser e outro a dizer que por ele abria as chamadas numa espécie de leque para quem quisesse ouvir. Mas perante o segredo de justiça não o poderá fazer.
Quero com isto dizer que, como não podiam chegar a Sócrates, visto que não sabiam do conteúdo das conversas, ou se sabiam descobriram que nada de relevante contém, no que diz respeito ao Face Oculta. Trataram de empolgar a troca de galhardetes entre os dois homens, um Juiz e o outro Procurador-Geral. Na esperança de com um toque aqui e um berloque acolá, sair cá para fora algo de interessante para entreter cá a gente e vender mais umas rodadas de jornais para matar a sede desta crise.
Nada se conseguiu saber até agora e cá a gente que vive isto bem por fora. Chegou à conclusão que nem Juiz Conselheiro nem Procurador, tem tomates para fazerem algo por este País em matéria de dissipar dúvidas e com isso clarear as consciências.
Um empurra para o outro e andam nisto até os media se cansarem em malhar nos pobres coitados, apanhados na boca do fogo de um processo quente, quentíssimo quando estalou. Mas hoje já com arrefecimento acentuado e procedendo-se ao rescaldo de ouvir os implicados que não perderam tempo a se munir dos melhores advogados para lhes salvaguardar as costas mesmo pelo preço da chuva, que escasseia já em todo o mundo.
Advogados esses que darão todas as garantias. Já que uns acabaram de sair de outros processos mediáticos e com desfechos vitoriosos que até tiveram direito a champanhe.
Os restantes ainda labutam na recta final de processos morosos e que se inclinam para o mesmo desfecho dos colegas acima. E por entre advogados vitoriosos, nada melhor que todos nós que pouco entendemos a nossa justiça. Cheguemos à conclusão que todos se irão safar num mar de dias e dias de audiências, porque quem é inocente (dizem eles), não pode ser condenado por da cá aquela palha.

Existem Momentos Que Quero Amar o Mundo


Outros fico-me pelo marasmo de um dia triste que nada me diz e deixo-o passar na casmurrice de um capricho ciumento. De um capricho acriançado que me deixa babado de teimosia e empestado de orgulho!
Mas também existem aqueles dias que são meus!
Desde o acordar até ao deitar num arrastar da excitação que cresce quando descarregamos as nossas emoções num enlace profundo que mais parece um cruzar de corpos que se transformam num amontoado de carne tão pegada que virando e revirando não se descola. Amolecendo, num abrir como se de um manto se tratasse e mostrasse a pureza de dois seres adormecidos pelo cansaço do amor virados para o céu que está tão perto. Ao nível do tecto branco tão branco, que se reflecte a imagem que vem do chão!
Também há aqueles duros, bem durinhos! Tamanha a solidão, que me invade porque, estou só. Bastante só!
A minha felicidade está longe, bem longe, mesmo longe de mim!
Está no paraíso terrestre, que fica do outro lado do mundo. Onde busca todas as energias celestes para aguentar a pressão quotidiana, mantendo assim a chama acesa da paixão para amar e ser amada, mesmo que os dias sejam negros carregados de nuvens ameaçadoras.
Enquanto eu estou na prisão de um beco que parece que não tenho forças de o deixar, mesmo por meia dúzia de dias. Mas tenho a trupe por minha conta e eles são tudo na vida. São os nossos anjos numa família que vive no meio de tantas outras, mas que tem o seu canto só deles. Porque só eles serão portadores de boas novas para seguir em frente neste mundo carregado de olhares malignos prontos a contaminar a pureza indefesa.
Aguento os dias. Aguento as noites!
Aguento a espera porque no final a compensação será triunfal.
Um simples beijo à chegada será o refrescar de uma boca sequiosa há vários dias, que se contentava em fazer o gesto enquanto sonhava procurando-a sem a encontrar.
Um abraço nesse mesmo instante é o sentir daquele corpo que estava afastado de mim dias, que mais pareciam séculos.
O regressar a casa com os miúdos excitados com as novidades, falando ao mesmo tempo. Criando birrices compreensivas e amuos logo sanados. Criará um ambiente lindo, porque dará tempo para te olhar e sentir como és importante para mim, para todos.
E lá continuaremos a nossa vida, igual a tantas outras. Sinal de que muitos são felizes e outros mais não se cansam de passar uns dias sem a companhia de um deles, para fortificar uma união, que também tem que ter espaço para que cada um viva os seus momentos e com isso o amor crescer a cada segundo. Sendo em trabalho ou lazer!