terça-feira, 17 de novembro de 2015

Todos mandam e ninguém tem Razão.




Num país com um governo de gestão. E com pernas para andar segundo o maior profeta da nação, já que quem não tem cão, caça com o gato. Todos mandam e ninguém tem razão. 
Por isso eterniza-se o presidente mumificado. Agarrado às raízes partidárias onde aprendeu: mais vale governares do que o seres, por paus mandados.
Vivemos do terror instalado a cada dia que passa. Mas só choramos tristezas profundas nas mortes que nos invadem os écrans, deixando para trás as que mais longe enchem escolas que deviam ser para todos. Mas nem todos infelizmente servem as ideias dos criminosos.
 Ruas. Que deviam servir para nos encaminhar para a alegria, são palco de autêntica sangria.
 E na Natureza. Que por sua vez, emerge dos gravíssimos atentados que o homem faminto de ganancia lhe incute. Transporta para a ribalta o que os corruptos escondem da malta. Mesmo com custos humanos presentes e futuros.
 Por isso o futuro não será para todos e quem estiver no local errado à hora que não devia, é certo ser mais um número, desses criminosos que nos assolam todos os dias.

domingo, 15 de novembro de 2015

Estão tão Perto




Em cada atentado, vivemos horas e horas apreensivos.
 Imaginamos o local devastado pelas balas assassinas.
Pelos corpos inertes no chão ensanguentado e destruído pelo terror em tentar fugir pelo buraco da agulha.
Pelas imagens logo a seguir ao massacre ainda se avistando vestígios de pólvora ardente, misturado com o que resta de dezenas de inocentes.
De paramédicos impacientes e outros mais descrentes em tentar salvar vidas. Que mesmo se salvando, se mudarão para sempre.
Em militares fortemente armados, depois do caos instalado, esperando sei lá o quê? Talvez surjam outros terroristas enlouquecidos!
Passados uns dias, esquecemos e olhamos pela nossa vida. Nada mais sobra que voltar à vidinha, já de si um tanto ou quanto crítica, em virtude do que nos prometeram, que logo viraram mentiras.
Por vezes sentimo-nos reféns de imensos terroristas.
Sejam eles de arma em riste, roubando-nos o que nos alimenta para a vida. Ou de braço no ar, aprovando medidas assoladoras que nos mingam a alegria.
Até mesmo em discursos eloquentes de uma dor banhada em lágrimas de crocodilo.
Estão tão perto, que já não receamos pela própria vida!


sábado, 14 de novembro de 2015

O mundo sente o Sofrimento




Por momentos as estrelas desapareceram do céu, tamanho o pânico na terra!
Os gritos de medo só se calavam pelas balas assassinas. Que se soltavam às centenas, das armas dos terroristas que semeiam o caos tanto na terra, como no céu.
O terror invadiu Paris, fazendo tombar para sempre os inocentes. Que nem sonhavam serem surpreendidos pelos assassinos, encobertos pela noite.
A dor incrustou-se definitivamente na mente dos Europeus, sempre abertos a receber quem para lá das nossas escancaradas fronteiras, entram para encontrarem a paz e alguns cerrar os dentes para descarregar o sofrimento, num ódio sem precedentes.
O mundo sente o sofrimento e a solidariedade é o único alento. Para minimizar a dor que ficará para sempre nos que perderam alguém tão dramaticamente.


domingo, 8 de novembro de 2015

Estamos Certos





Será que podemos estar enganados?
Sem dúvida que sim!
Mas no recanto dos nossos pensamentos, sentimos que por vezes tomamos decisões infelizes, mas logo nos levantamos e abanamos a cabeça para expulsar tais pensamentos.
Deixamo-nos conduzir pelo nosso orgulho, claro como a luz do dia e levantamos o olhar para nos levar ao encontro da confirmação em ter a certeza, que com toda a certeza, estamos certos da decisão tomada.
Levamos por isso uma vida a contrariar a natureza dos nossos corações, para conduzir o nosso espírito nas melhores decisões.
E certos do melhor caminho a tomar, assobiamos para o ar esperando que o novo dia traga: o mesmo do anterior, porque assim colhemos o que constantemente semeamos.
E já se foram imensos dias e longas noites a mudar o nosso aspecto exterior para sentirmos algum conforto carnal e perdemos imenso do nosso amor a contrair desejos que nos amortalham os membros.
Depois de uma manhã fresca a respirar a pureza do ar que a noite deixou a pairar. A tarde adivinha-se calma por entre risadas agudas, que exteriorizam o que a nossa mente é levada a soltar, na maioria das vezes sem corresponder à realidade presente.