domingo, 5 de agosto de 2018
A nossa História
A nossa história, é única!
É muito sonhada, muito sentida, muito desejada. E muito amorosa.
Porque as personagens dela, são uns queridos! São boas pessoas. Lindos, por dentro e por fora.
A beleza da nossa história, resume-se, à paz que proporcionamos.
À alegria de nos termos conhecido.
Ao amor que em nós descobrimos!
A nossa história, é o caminhar no nosso corpo!
Amacia-lo, com a beleza do nosso passo.
Rega-lo com o nosso amor. E ama-lo pela vida fora.
A nossa história, é um livro maravilhoso!
Que se alonga, a cada dia que passa!
Necessito de mil folhas, para escrever a felicidade que me proporcionas.
Outras tantas, para descrever a paz que me envolves.
E mais mil, para vincar no papel, a alegria com que trabalho, porque vejo o teu rosto sorridente ao meu lado, amparando a minha ansiedade.
O futuro da nossa história, é amar-te com tudo o que sei!
Com tudo o que aprendi
Com tudo o que me ensinaram.
Como Sou!
Quero, amar-te profundamente, para nunca mais te esqueceres de mim!
Nem que fique como uma lembrança.
Sei que vai ser uma boa lembrança.
Para tu guardares no teu coração, devido à história que tivemos simplesmente, estrondosa!
sábado, 4 de agosto de 2018
Vai em Frente
Escrever um sentimento.
Um desejo.
Uma carícia simples como, desejar tomar um café?
Pode se traduzir numa paixão, que assume proporções bíblicas!
Tudo se inicia, num rosto que nos chama a atenção!
Ou pela beleza.
Pelo sorriso.
Pela expressão.
Conversamos hoje, amanhã. E mais, ao fim de semana.
A dada altura, já nos envolvemos em belas emoções e a ansiedade do tempo passar, é a grande batalha, a travar todos os dias.
Desabafamos a dureza do dia.
A nostalgia da distância e as saudades das crianças.
Por fim, um de nós assume o que até então mais parecia utopia!
"Vai em frente".
E vamos!
Num caminho, que aguarda cada dia que se vá, num calor tórrido.
Num caminho, farto de frases espalmadas. Numa folha no início branca. Mas com as horas passando, revestem-se de autênticos pergaminhos do amor!
Num caminho, sem contra curvas, onde as rectas dão azo, a emoções quentes.
Numa distância a ponto e ponto encurtada. Porque sentimos-nos tão próximos, que esperamos o bater levemente da porta. Para entrar de braços estendidos e lábios, semi abertos.
Tornamos os nossos dias encantados.
Adormecemos apaixonados. Ainda vestidos amortalhados.
Acordamos primeiro, de um magistral sonho. Depois, com o enxugar do rosto, sabemos que já não é, um conto de fadas!
domingo, 29 de julho de 2018
Calor Imenso
Calor, imenso calor!
Pela manhã, procurei a fresquinha no arvoredo em meu redor.
E num mergulho, no lago que acalmou o calor, deste corpo. A galgar as entranhas de desejos nada estranhos.
Perto do almoço, regressei aproveitando para colher umas frutas que me saúdam no caminho.
Jardineira e vinho italiano. Fruta cá da terrinha e café dos napolitanos.
Um cheirinho de whisky americano e pela segunda vez, nada de cigarretes!
Mas a carne de vaca Austríaca, apesar de me custar os olhos da cara. É tão saborosa e apetitosa.
Do nosso país, só os desejos que se mantém para serem saboreados, no regresso, daqui a um par de semanas.
Pela tarde, dediquei uma hora à sesta domingueira.
E logo a seguir, voltar a procurar a fresquinha perto da água e apanhar um solinho, para morenar um corpo franzino.
O Domingo está a terminar.
A noite refresca o quarto, onde me deito a sonhar (muito sonho). Sonho com a felicidade ainda longe, mas ciente que o longe, se faz perto!
domingo, 22 de julho de 2018
O mercado da Fruta
O tempo não estava para graças.
A chuva mesmo miudinha, ameaçava encharcar quem como eu, se aventurou pelo verde que me rodeia.
Mas como o desejo, não se mede pelo tempo, mas sim pela intensidade. Lá fui, ouvindo música e falando com os meus botões.
Transformei o meu passeio, num passeio pelo mercado da fruta.
Um mercado de estender a mão e colher o que a natureza oferece e os agricultores ainda agradecem. Que de tanta, até apodrece.
Que prazer sentir, o sabor puro da fruta. Só comparável, quando miúdo e subia os muros para sossegar a barriguita.
Iniciei mesmo à porta de casa, pelas ameixas que dobram os ramos de tantas e tantas.
Uns duzentos metros, maçãs pequenas e tão saborosas.
Encarnadas, verdes, amarelas e malhadas.
Mais uns passos, arrotando como sinal de presença, assustando os galináceos. Pêras pequerruchas e graúdas.
Deixando está parte habitável, entrei mata dentro, caminhando pelo estreito com mão humana, para as caminhadas de meio mundo.
Já ia farto e com sinais estridentes de um estômago ardente. Dei com deliciosas amoras ali a desafiar-me.
Meu deus, à tanto tempo que não saboreava amoras, no seu habitat natural.
Dei um jeito ao estômago para dar espaço a tão belo fruto e: uma, duas......
Bem queria parar, mas elas surgiam do nada. Vistosas e gorduchas. Escuras e encarnadas.
Que farto-te!
Na volta, senti-me embriagado de tanto fruto.
Cantava, arrotava!
Com o caminhar, aliviava a pressão estomacal e sentia o gosto desta fruta, que de tanta. Nem as aves e os animais, conseguiam pôr fim.
Caiam e apodreciam ao redor de onde nasciam.
sábado, 21 de julho de 2018
Bom Dia
Bom dia!
Dar-te o bom dia, ainda na cama, é a alegria para o resto do dia!
Só sei, que penso em ti constantemente.
Escrevo pensando em ti.
Já não sentia isto à muito tempo.
O que tens? Para tudo isto!
Fico revoltado, quando não partilho do que sinto. Não do que desejo!
Porque, a vida tão simples é boa!
Conseguimos falar de nós, de sentimentos.
Confessamos segredos, partilhamos emoções.
E ainda, deixamos respostas para mais tarde!
Por isso, sonho para te ter tão perto, que humedeces, a minha pele com o teu respirar.
Sonho ainda acordado e adormeço embalado!
Durante o meu sono, sou amparado pela tua voz tão suave, que me retém num consolo adorado.
Por fim, a manhã voltou a trazer-me, de volta à realidade!
A tua voz, essa, não mais me deixou abandonado!
sábado, 14 de julho de 2018
Migalhas de Amor
Retirei do bolso, migalhas de amor!
Depois de devorar esse amor, com uma fome de lobo.
Amor intenso, volumoso, carinhoso.
Amor que nascia com o nascer do sol, quando me levantava ainda ensonado. E só repousava, quando o corpo pedia clemência, arrasado.
Amor de tratamento belíssimo!
Num bom dia tão querido.
Amor de corações encarnados, que enchiam os olhos, de um encanto abrilhantado.
Amor que resistiu a cento e tal sorrisos, a cento e tal corações espelidos.
Amor de emoções, desejos e êxtase de madrugada.
Amor agora?
De migalhas de amor. Soltadas sem dor!
E lancei-as ao ar, para o vento as levar.
domingo, 8 de julho de 2018
Uma tarde na varanda
Uma tarde na varanda!
Tempo ameno e rodeado de pura Natureza.
As aves, deambulam na procura de comida e os filhotes batalham, em quem tem mais pescoço, para chegar ao bico da progenitora.
É tudo colorido!
É a maravilhosa beleza, numa sucessão de cores, até onde a vista alcança.
Árvores carregadas de frutos. Oferecidos de bandeja, às aves que sem predadores multiplicam-se, a cada minuto.
Cabeças de gado às centenas. Cada criador com sua cor!
Pretos, amarelos, malhados e salpicados de cores garridas.Tão asseados e de sineta ao pescoço, num zumbido que por vezes martiriza.
O sol deu um pouco de cor ao meu corpo, martirizado pelas escaramuças da labuta.
Ouvi música, escrevi uns sarrabiscos.
Devorei frutos secos, bebi um lambrusco italiano, que ainda faz, da noite dia.
Vi constantemente um rosto, que me penteia o couro cabeludo.
Está a devolver- me emoções, que já imaginava distantes. E o meu corpo treme de algum espanto.
Agora a noite tomou conta de mim. E não desejo sair daqui!
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