quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Não sei como vai ser o novo Ano




Não sei como vai ser o novo ano! Se por aqui ou do outro lado.
Sei! Que vai ser alterado.
Tenho a esperança de caminhar noutras calçadas.
Percorrer desconhecidas estradas, para me levarem de encontro ao sossego esperado.
De encontro ao destino já traçado no coração desejado. Que bate apressado, por decisões já demoradas.
Não tenho pressa.
 Não vivo em stress e não me escondo nas muralhas que o tempo desgastou. Com promessas para uma vida inteira e de tão longa, se pulverizou num momento que parece renascer com o tempo.
Não sei como vai ser o novo ano!
Se ainda demorado por aqui, ou se parto com o brilho do festejo e do desejo envolvido na euforia.
É a adrenalina do instante. Carregando o atrevimento em sacudir emoções já escondidas com o tempo.
Não sei como vai ser o novo ano!
Se mergulhado nas recordações passadas ainda com marcas avermelhadas.
Se dou azo a novas conquistas de portas pesadas semiabertas, oferecendo-me pradarias esbeltas, com o sol a despontar mesmo encoberto.
Não sei como vai ser o novo ano!
Sei. Isso, tenho a certeza. Vai ser o meu ano!

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