Passaram sete anos de uma semana inesquecível.
Pelas pistas francesas e espanholas, esquiei
pela primeira vez e senti a adrenalina descendo as pequenas encostas.
Que grupo fantástico e esquiar era a alegria diária,
almofadados em fatos coloridos e aconchegados. Autênticos amortecedores nas
leves quedas prováveis.
A imensidão dos cumes ao longe carregados de
neve, levavam-me ao sonho de os descer velozmente. Autêntico olímpico dos jogos
de Inverno, balançando o corpo como uma pena, fugindo aos obstáculos criados
pela Natureza.
Na foto, a recepção oferecida logo à nossa
chegada.
Mal eu sabia que umas horas mais tarde a
Natureza oferecia toda a sua beleza. Para, pela primeira vez pisar o seu dorso.
Nuns esquis que me elevavam bem acima, do que
os meus olhos estavam habituados.
Hoje a neve bate-me á porta!
Para a pisar de botas tipo tropa. Num confronto
diário para a desbravar rumo ao que a vida me sujeita.
Mas tal
como à anos, senti-la, dá-me um gozo bravo.
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