Três semanas na minha cidade com emoções sem
fim.
Revi pessoas que o tempo escasso não me
deixou abraçar e por isso o reencontro foi emotivo.
Conversamos sobre o presente.
Desejamos
ardentemente que o futuro seja feliz.
E
olhamos o passado, com a certeza de aprendermos com ele.
Fui turista na minha cidade.
Já que me ofereceu locais lindos remodelados.
Sentei-me á mesa de restaurantes afamados.
Passeei de mão dada com a felicidade bem
estampada.
E só me irritei com a chuva chata que não me
abandonava.
Também presenciei atitudes mal-intencionadas,
que se transformaram em decisões desesperadas, para atingir um fim, que é….
mesmo o fim!
Quando há um fim, terá que forçosamente
existir um início.
E esse início é já bem próximo, tao próximo que
me carrega de nostalgia. Só colmatada com encontros ansiosos de calor.
Será esse calor, que me aliviará do Inverno
que me espera.
Onde a neve traiçoeiramente deixa de ser bela
e me impele pelos canais das alturas, só parando nas barreiras que não são da
estrutura.
Será esse calor, que me secará as lagrimas
matreiras que tentam fazer de mim um carpido de queixumes.
Será esse calor, que me guiará no próximo caminho
que tenho que calcorrear.
Agora é gozar os últimos cartuchos, junto às
canas familiares e lançar os últimos foguetes, que sobraram nos desejos de um
bom ANO.
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